Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Endrick pode repetir Messi de 2006, diz PVC

Analisa uso de Endrick por Ancelotti, parecido com Messi em 2006: coincidências de idade e número 19, com Brasil ainda buscando padrão de jogo

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • PVC comparou o uso de Endrick por Ancelotti ao que aconteceu com Messi em 2006, destacando coincidências de idade e do número 19.
  • Segundo o analista, Messi não jogou o primeiro jogo, atuou pouco no segundo e acabou influenciando o jogo; no caso de Endrick, houve gol dele, mas foi anulado e o placar ficou 3 a 0 em futebol similar.
  • PVC afirmou que o treinador tenta “fazer a coisa certa” para vencer a Copa, mas pode errar ao segurar decisões, com custo alto no mata-mata.
  • Renan disse que Endrick pode se encaixar por potência e velocidade, especialmente se o Brasil baixar a linha e explorar transições rápidas; pode ser opção para a vaga de Raphinha, lesionado.
  • Milly Lacombe ressaltou que o desempenho depende do coletivo e teme que rigidez tática mate o que o atacante tem de melhor, sugerindo que o meio-campo funcione para o jovem aparecer.

O comentarista Mario “PVC” analisa como Carlo Ancelotti tem utilizado Endrick na seleção brasileira, comparando o ritmo de trabalho com o que ocorreu na Copa do Mundo de 2006. A discussão surgiu no programa Fim de Papo, do Canal UOL, sobre os preparativos do Brasil para 2026.

PVC destacou coincidências de idade e do número 19 entre Endrick, que tem 19 anos e usa a camisa 19, e o Messi daquela edição. Segundo ele, o argentino não atuou no primeiro jogo, entrou no segundo, aos 26 minutos, e marcou em seguida; já Endrick anotou gol, mas houve anulação, mantendo o placar próximo do visto na época. O contexto atual é distinto: o Brasil ainda busca encaixar o seu jogo e não está classificado para a fase seguinte.

O colunista citou que Ancelotti tenta ajustar o time para chegar ao auge na Copa, mas pode errar ao decidir sobre- o tempo de jogo de Endrick. A avaliação é de que segurar decisões importantes pode custar caro na etapa de eliminações, caso o jovem seja deixado de fora em momentos-chave.

Renan também avaliou a ausência de um padrão de jogo claro sob o comando de Ancelotti. O comentarista apontou que as vitórias recentes vieram em transições rápidas, com roubos de bola no meio e ataques pelas laterais, sugerindo a necessidade de adaptação tática para aproveitar a velocidade de Endrick.

Para Renan, Endrick pode se encaixar bem em cenários de contra-ataque, especialmente se a equipe baixar a linha de defesa, pressionar no tempo certo e explorar a profundidade. Ele ainda sugeriu que o atacante pode disputar vaga com Raphinha, surgindo como opção diante de lesões.

Milly Lacombe ponderou que o desempenho do atacante depende do coletivo. Ela teme que uma rigidez tática reduza o que Endrick tem de melhor, como a criatividade em campo. A comentarista pediu equilíbrio entre organização e liberdade para o jovem aparecer.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais