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Nova formação do meio favorece Paquetá, avalia Mauro Cezar

Nova formação do meio favorece Paquetá no Brasil x Haiti; jogador aparece mais, participa de lances decisivos, Cunha contribui e Vinícius faz dois gols

Lucas Paquetá em ação durante Brasil x Haiti, duelo da Copa do Mundo
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  • Paquetá rendeu mais com nova formação do meio-campo, atuando mais pela esquerda e ajudando a proteger o lateral, próximo a Douglas, o que o deixou mais próximo de aparecer em lances decisivos.
  • Ele recupera a bola, oferece para Vinícius Júnior, que faz assistência para Rafinha e recebe lançamento para o gol de Vinícius.
  • O comentarista Mauro Cezar Pereira diz que Paquetá costuma ser muito questionado por custo alto e aponta exageros em parte das críticas.
  • Matheus Cunha foi elogiado por contribuir com marcação, pressionar e participar do gol; o comentarista não entendeu por que foi escanteado.
  • Vinícius Júnior apareceu mais na área, fez dois gols com movimentos de centroavante, conforme o encaixe coletivo do time.
  • Também houve surpresa com a entrada de Rayan no lugar de Luiz Henrique, possivelmente devido a avaliações feitas nos treinamentos.

O comentarista Mauro Cezar Pereira avaliou a atuação do Brasil contra o Haiti, em preparação para a Copa do Mundo 2026. Segundo ele, a nova formação do meio-campo permitiu a Lucas Paquetá atuar mais pelo lado esquerdo e participar de lances decisivos.

De acordo com a análise, o desenho posicional liberou Paquetá de funções excessivas pelo corredor direito, aproximando-o de Douglas e facilitando a transição. Em campo, o meia recuperou bolas, tabelou com Vinícius Júnior e ajudou no lance do segundo gol.

Mauro Cezar também elogiou Matheus Cunha, destacando seu papel de marcação, mobilidade e apoio ao ataque. O comentarista afirmou que Cunha teve participação importante no primeiro gol, abrindo espaço para Vinícius Júnior.

Desempenho do meio-campo e ataque

O especialista explicou que Paquetá atuou mais próximo ao meio e à esquerda, contribuindo para o equilíbrio defensivo e para a subida dos alas. A leitura dele é que o encaixe coletivo favoreceu o camisa 8 na produção ofensiva.

Vinícius Júnior apareceu mais na área, marcando dois gols com movimentos de centroavante, segundo a avaliação. A presença de Paquetá no suporte e de Cunha na proteção ajudaram a liberar o atacante para finalizações.

O analista ainda mencionou a escolha por Rayan no time titular, em vez de Luiz Henrique, sugerindo que a decisão pode ter relação com observações feitas nos treinamentos pelo treinador.

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