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Olise diz que prefere falar com os pés e defende futebol bonito

França: Michael Olise defende jogo bonito, unindo estética e eficiência, e revela raízes no futebol de rua de Londres para moldar seu estilo

Olise foi eleito melhor em campo contra Senegal, em jogo válido pela 1ª rodada do Grupo I da Copa do Mundo
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  • Michael Olise, meia-atacante do Bayern de Munique e da seleção francesa, disse que prefere “falar com os pés” e busca um jogo bonito.
  • Ele explicou que vê beleza na estética aliada à eficiência, sem se colocar como artista, e recebeu elogios de Mbappé, que disse que é o presente e o futuro do futebol.
  • Olise afirmou que a beleza não está apenas nas jogadas ofensivas e citou lances de marcação, como carrinhos, como exemplos de fluidez e elegância.
  • Sobre defesa, disse ter evoluído para jogar em alto nível e que melhorar esse aspecto faz parte do seu desenvolvimento.
  • Ele revelou ritual com a bola antes dos treinos e jogos, destacou a origem no futebol de rua de Londres e afirmou que prefere o papel de meia (número 10), mesmo atuando aberto na ponta; a França enfrenta o Iraque na segunda-feira 22, após vencer Senegal, pelo Grupo I, e encara a Noruega na última rodada.

O meia-atacante Michael Olise, atuando pelo Bayern de Munique e pela seleção francesa, abriu sua visão sobre o futebol em entrevista ao jornal L’Équipe. Ele explicou como busca um jogo mais bonito dentro de campo.

Olise afirmou preferir usar o desempenho dos pés para expressar seu estilo, sem buscar protagonismo fora das quatro linhas. O atleta reconhece que o elogio de Mbappé o surpreendeu, mas mantém o foco na criatividade dentro de campo.

Ele defende uma ideia de jogo que une estética e eficiência, destacando que o futebol pode ser belo para o público sem perder a função esportiva. Afirma que o mérito também pode estar na defesa bem organizada.

Olise ressalta que a beleza também pode surgir em jogadas de marcação, como carrinhos fluidos que ajudam a manter o ritmo do jogo. Observa que proteger a defesa pode ser tão visualmente interessante quanto o ataque.

Sobre o aspecto defensivo, o jogador admite evolução ao disputar competições de alto nível e afirma que registrar carrinhos não é sua primeira opção, mas pode ocorrer de forma natural. A melhora é parte do desenvolvimento.

O atacante relatou um ritual simples antes de treinos e jogos para se conectar com a bola. Diz gostar de segurar a bola, fazer embaixadinhas e testar o gramado para sentir o momento.

As origens vêm do futebol de rua em Londres, onde nasceu. Olise descreve partidas com bola no pé e treinos constantes com o irmão, praticando em casa e nas paredes, como base do seu aprendizado.

Quanto à posição, ele se vê mais próximo do papel de meia criativo, mesmo atuando aberto pelas alas. Conta que a função de numero 10 lhe parece natural, embora hoje jogue em posição mais avançada.

A França volta a campo na segunda-feira, 22, contra o Iraque. A equipe chega após vitória sobre Senegal por 3 a 1 e segue na disputa do Grupo I da Copa do Mundo, enfrentando também a Noruega.

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