- O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, recebeu duas camisas da Democracia Corinthiana de Walter Casagrande e diretores do Corinthians, em encontro no Queens durante festa ligada à Copa do Mundo 2026.
- A atividade ocorreu neste sábado, 20, com transmissão ao vivo dos jogos pela prefeitura.
- Mamdani disse a VEJA que vê a Democracia Corinthiana como inspiração e que torce pelo Marrocos.
- Ele mencionou, de forma indireta, críticas à política de imigração do ex-presidente Donald Trump.
- O prefeito afirmou que a Copa demonstra como o mundo poderia ser se os valores defendidos por muitos fossem praticados.
O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, recebeu duas camisas da Democracia Corinthiana durante uma festa na Queens, em Nova York, neste sábado, 20. O evento fazia parte da programação da prefeitura com transmissão ao vivo dos jogos da Copa do Mundo de 2026.
Casado com o apresentador Walter Casagrande, Mamdani recebeu as camisas de representantes do Corinthians e da Democracia Corinthiana. O encontro ocorreu durante uma das festas oficiais da prefeitura voltadas a celebrar a Copa, que acontece nos Estados Unidos.
O prefeito afirmou à reportagem que vê na Democracia Corinthiana uma inspiração para lutas pela democracia e liberdade. Também mencionou apoio ao Marrocos, sem citar adversários, e ressaltou que a Copa atrai visitantes estrangeiros de diversas nações.
Democracia Corinthiana e a relação com políticas públicas
Mamdani disse que a Copa do Mundo mostra como valores de convivência global podem coexistir, mesmo em grandes eventos esportivos. Segundo ele, o mundial funciona como vitrine de diversidade e intercâmbio entre países, línguas e culturas.
O prefeito elogiou a participação de fãs internacionais e destacou a importância de manter portas abertas a pessoas de diferentes origens. Sobre a competição, afirmou que é difícil prever o favorito, mencionando uma simpatia pelo desempenho do Marrocos.
Contexto internacional e leitura do evento
A audiência na Queens acompanhava a transmissão dos jogos e debates sobre imigrantes e políticas públicas. A presença de Casagrande e dirigentes do Corinthians ajudou a reforçar a pauta de inclusão no contexto da Copa.
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