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Técnico iraniano denuncia nova injustiça contra seu time na Copa

Técnico do Irã denuncia desnível logístico, com menos de 24 horas para a preparação, antes do duelo contra a Bélgica em Los Angeles pela segunda rodada do Grupo G

Técnico Amir Ghalenoe reclama de falta de isonomia na Copa do Mundo
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  • O técnico do Irã, Amir Ghalenoei, afirmou em coletiva que a equipe teve menos de 24 horas para a preparação antes do jogo contra a Bélgica, neste domingo, em Los Angeles.
  • A situação acontece porque os Estados Unidos não permitiram hospedagem e treino no país, levando a mudança da base de Tucson, no Arizona, para Tijuana, e a vistos negados.
  • O desgaste foi agravado pela menor preparação em relação à estreia contra a Nova Zelândia, segundo o treinador e o volante Saeid Ezzatollahi.
  • A federação não pôde dar apoio presencial; há promessa de que, no terceiro jogo, contra o Egito em Seattle, a equipe tenha autorização para chegar dois dias antes.
  • Ghalenoei disse que a questão não é política e criticou o silêncio do técnico da Bélgica; o Irã joga contra a Bélgica às 16h de Brasília, no Estádio de Los Angeles.

O técnico da seleção do Irã, Amir Ghalenoei, denunciou na entrevista coletiva de véspera a falta de preparo adequada para o duelo contra a Bélgica, pela segunda rodada do Grupo G da Copa. O jogo acontece neste domingo, 21, em Los Angeles, às 16h (horário de Brasília). Segundo ele, a equipe teve menos de 24 horas para treinar e descansar.

A delegação iraniana precisou alterar a base de treinamento após não poder ficar no território dos Estados Unidos. A mudança levou a equipe de Tucson, no Arizona, para Tijuana, no México, e houve negativa de vistos para parte dos membros. A logística dificultou a preparação, com o treinador destacando a ausência de apoio institucional.

O volante Saeid Ezzatollahi reforçou o desgaste físico e mental causado pela viagem. Ele mencionou a maior duração de deslocamento em relação aos rivais e a falta de possibilidade de dar apoio aos familiares, além da restrição de entrada para toda a comissão técnica.

Condições de preparação e impactos

Ghalenoei afirmou que a Federação Iraniana buscou medidas junto à FIFA e ao presidente Gianni Infantino, sem sucesso pleno. Uma ligação na sexta-feira indicou a possibilidade de embarcar às 18h, mas outra mudança chegou posteriormente, inviabilizando o plano. O treinador admitiu estar estressado pela logística.

O técnico citou promessa de permissão para o terceiro jogo do grupo, contra o Egito, em Seattle, no dia 25 de junho, com dois dias de antecedência nos EUA. Comparou as distâncias entre Los Angeles e Seattle, destacando a disparidade com a primeira fase.

Repercussões e próximos passos

Ghalenoei e Ezzatollahi evitaram comentar a guerra entre Irã e EUA, mas enfatizaram a dificuldade de igualar condições de preparação com as outras seleções. O treinador destacou o impacto na concentração e no tempo de treino, apontando maior desgaste antes da partida contra a Bélgica.

A Bélgica enfrenta o Irã neste domingo, às 16h, no Estádio de Los Angeles, pela segunda rodada do Grupo G. A partida ocorre em meio a críticas sobre logística e tratamento de seleções.

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