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Traje da seleção do Congo evidencia estilo, resistência e orgulho

Traje com terno de leopardo marca o retorno da República Democrática do Congo à Copa do Mundo após cinquenta e dois anos, unindo moda, história e resistência

Traje da seleção do Congo entrega estilo, resistência e orgulho; veja
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  • A seleção da República Democrática do Congo chegou aos Estados Unidos, em Houston, vestindo ternos com faixa de estampa de leopardo e broche brilhante.
  • O traje simboliza força e resiliência; o leopardo inspira o apelido Leopards, e o design foi criado pelo estilista congolês Alvin Junior Mak.
  • A ideia do terno remete à história colonial: o traje chegou ao Congo pelos belgas e, na década de setenta, Mobutu Sese Seko proibiu ternos, criando o abacost.
  • O Congo volta à Copa do Mundo após cinquenta e dois anos, desde a participação em mil novecentos e setenta e quatro, quando se chamava Zaire.
  • O objetivo do designer foi apresentar ao mundo uma imagem de cultura, criatividade e talento do Congo, indo além de conflitos.

O time da República Democrática do Congo entrou em campo nos Estados Unidos, em Houston, com um traje social que uniu elegância a uma história de resistência. A apresentação ocorreu na chegada à Copa do Mundo 2026, antes mesmo do empate contra Portugal na fase de grupos.

Tanto jogadores quanto a comissão técnica adotaram ternos com faixa estampada de leopardo sobre o ombro e um broche brilhante em referência ao felino. O conjunto incluiu uma bolsa na estampa, compondo um visual marcante para o momento.

A visão do designer

O traje foi criado pelo estilista congolês Alvin Junior Mak, com o objetivo de mostrar uma imagem diferente do Congo ao mundo. A ideia é destacar cultura, criatividade e talento do país, além de reforçar a identidade nacional no cenário global.

O leopardo simboliza força e resiliência, ambos aspectos destacados pelo designer para traduzir valores do Congo na participação atual na Copa do Mundo. O animal também remete ao apelido da equipe, Leopards, que retorna ao mundial após cinco décadas.

A história do traje remete ainda a aspectos históricos do Congo. Durante o período colonial, o terno foi associado ao poder, introduzido pelos belgas. Em 1970s, Mobutu Sese Seko proibiu gravatas e ternos, promovendo o abacost como símbolo de resistência. A conexão com a Sape reforça essa tradição de elegância como expressão cultural.

O objetivo do estilista é mostrar o Congo além de conflitos e crises. Segundo Mak, a combinação de terno e leopardo quer evidenciar cultura, criatividade e talento congoleses, contribuindo para uma percepção mais ampla do país.

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