- Contra o Haiti, Ancelotti inverteu as funções dos laterais: Douglas Santos atuou pela esquerda em ataque e Danilo recuou para a construção com os zagueiros.
- A ideia era manter o desenho 4-4-2, que na prática se transforma em 3-2-5 durante a ofensiva, mas a mudança não surtiu o efeito desejado.
- O treinador explicou que Douglas pode fazer essa função pela esquerda e Vinicius fica mais centralizado, com os demais se ajustando a ele; o objetivo era deixar Danilo mais recuado.
- No primeiro tempo, a inversão funcionou mais, com Douglas apresentando números expressivos nos dois primeiros jogos da Copa do Mundo.
- A proposta tática buscava ampliar a largura do campo para abrir espaços na defesa adversária, mantendo menção aos 68 metros disponíveis de largura.
Durante a Copa do Mundo, a seleção brasileira adotou mudanças táticas nos laterais para remontar o time no duelo contra o Haiti. Ancelotti tentou manter o desenho 4-4-2, que se transforma em ataque em 3-2-5, com Ibáñez como lateral-direito, mas o plano não vingou.
A solução apareceu ao inverter os papéis: Douglas Santos atuou pela esquerda com liberdade ofensiva, enquanto Danilo recuou para a construção com os zagueiros Marquinhos e Gabriel Magalhães.
O treinador explicou que a ideia era deixar Danilo mais recuado e liberar Vinícius para o interior, com Raphinha e Rayan ajustando pela direita. A mudança teve efeito maior no primeiro tempo.
No fim, o objetivo de ampliar o campo foi observado apenas parcialmente, já que o rendimento diminuiu na segunda metade. Douglas Santos apresentou números expressivos entre os primeiros jogos da competição.
A estratégia visava explorar a largura do campo e abrir espaços na defesa adversária ao manter ponta pela direita e lateral pela esquerda, com o espaço entre linhas estimado em 12 a 15 metros.
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