- Brasil tem 53% de posse de bola, ocupando o 17º lugar entre as seleções.
- O país está em 36º em finalizações e 21º em chutes no alvo.
- Portugal lidera a posse de bola, com 73%; o Brasil fica atrás, mas Portugal não venceu a RD Congo.
- Turquia detém o recorde de finalizações, com 30 contra a Austrália e 32 contra o Paraguai; em 62 chutes, 14 foram no alvo e nenhum gol.
- Ancelotti diz que, na prática, o que importa é fazer mais gols do que o adversário em cada jogo; índices não são a maior preocupação no momento.
O Brasil apresenta números baixos de posse de bola e de finalizações na Copa. A equipe registra 53% de posse, ocupando o 17º lugar entre as seleções. Em finalizações totais, fica em 36º, e 21º em chutes no alvo.
Ainda segundo os dados divulgados, a referência de posse fica com Portugal, com 73%. O Brasil fica bem atrás, enquanto Portugal não teve sucesso em sua partida contra a República Democrática do Congo.
No que diz respeito às finalizações, a Turquia lidera o ranking, com 30 chutes na derrota para a Austrália e 32 contra o Paraguai. Em um total de 62 tentativas, foram 14 no alvo e nenhum gol.
O técnico Carlo Ancelotti não prioriza esses números e minimiza a importância das estatísticas. Ele afirma que o objetivo é marcar mais gols que o adversário em cada jogo para vencer.
Histórico recente de times de Ancelotti ajuda a entender a visão. No Real Madrid, na Champions 2023/24, o ataque foi o melhor, mas ficou em terceiro em finalizações e décimo em posse. Em 2021/22, ficou em terceiro no ataque, nono em finalizações e 14º em posse.
Os índices do Brasil não são bons, mas a projeção dele é clara: a melhoria precisa ocorrer para a disputa da Copa, mantendo foco no resultado de cada partida.
Entre na conversa da comunidade