- Na cerimônia de abertura, a bandeira da Arábia Saudita não é colocada no gramado; em casa partida contra o Uruguai, voluntários a estenderam para seguir o protocolo.
- A explicação envolve a Shahada, a inscrição islâmica na bandeira, que não pode tocar o chão ou a água por respeito religioso.
- O mesmo protocolo deve ocorrer no confronto contra a Espanha, neste domingo.
- Segundo a FIFA, durante os hinos nacionais os atletas ficam no círculo central e as bandeiras ficam no chão em cada lado do campo.
- Outras seleções de tradição islâmica, como o Iraque, também passaram por alterações para não ter bandeira no piso.
A Copa do Mundo trouxe uma peculiaridade no protocolo das cerimônias envolvendo a Arábia Saudita. Em jogos anteriores, a bandeira saudita não é colocada diretamente no gramado. Em vez disso, o uso fica restrito a outros elementos do protocolo.
Na estreia da Arábia Saudita, torcedores notaram voluntários erguendo a bandeira, mas ela não foi sinalizada no centro do campo. O mesmo ocorre, segundo a organização, com o pavilhão uruguaio, para manter a consistência do ritual entre as seleções.
Protocolo e mudanças
Ainda conforme o protocolo da Fifa, os atletas entram no círculo central para os hinos, enquanto as bandeiras são posicionadas nos lados do gramado. A bandeira saudita traz a Shahada, a declaração de fé islâmica, o que explica a orientação de não deixá-la tocar o chão.
Composição dos debates e próximos jogos
A norma vale para o duelo contra a Espanha, marcado para este domingo. Observadores apontam que o Iraque também teve alterações no protocolo em partidas anteriores, seguindo o mesmo princípio de evitar o contato direto com o gramado.
Contexto e finalidade
A prática visa respeitar a tradição religiosa associada à Shahada. A decisão é fundamentada em protocolos de ordem cultural e religiosa adotados pela organização do torneio. A condução do protocolo busca manter a neutralidade e a uniformidade entre as seleções.
Entre na conversa da comunidade