- Vozinha (Cabo Verde, goleiro): protagonista aos 40 anos, com sete defesas contra Espanha, virando sensação mundial.
- Chancel Mbemba (República Democrática do Congo, zagueiro): liderou a defesa e neutralizou ameaças de Ronaldo em partida pelo grupo.
- Wilfried Singo (Costa do Marfim, zagueiro): criou jogadas ofensivas, fez assistência decisiva e chegou a tentar bicicleta.
- Richie Laryea (Canadá, lateral esquerdo): entrega fôlego e apoio ao ataque, substituindo Davies e ajudando na vitória sobre Qatar.
- Folarin Balogun (Estados Unidos, atacante): tem sido o destaque do ataque americano, com velocidade e papel central no jogo de Pochettino.
O Mundial de 2026 já tem sua equipe imaginária do torneio até o momento, formada por jogadores que marcaram as primeiras rodadas em Canadá, EUA e México. A escolha evita as grandes estrelas, priorizando desempenho e constância.
A lista cobre defensores, meio-campistas e atacantes que apareceram como destaques, independentemente da seleção nacional. O objetivo é mapear o impacto tático e técnico recente no campeonato.
Destaques defensivos e equilibro de jogo
Vozinha, goleiro de Cabo Verde, chamou atenção aos 40 anos ao estrear como protagonista em jogos decisivos. Sua atuação frente à Espanha gerou repercussão mundial e elevou o papel do arqueiro lusófono.
Vladimir Coufal, lateral direito da República Tcheca, ficou marcado pelo aproveitamento de bolas paradas e pela função de ponte entre defesa e ataque, especialmente em ações de transição.
Chancel Mbemba, zagueiro da DR Congo, assumiu a responsabilidade defensiva na partida contra Portugal, neutralizando o ataque adversário e ajudando a garantir o ponto histórico da sua equipe.
Wilfried Singo, zagueiro da Costa do Marfim, foi pivotal na virada de ritmo contra o Equador, com avanços de marcação e incursões ao ataque que culminaram em assistência decisiva.
Laterais, meio-campistas e meio-terreno criativo
Richie Laryea, lateral esquerdo do Canadá, compensou a ausência de Alphonso Davies com energia e apoio constante no flanco, contribuindo para a vitória contundente sobre o Qatar.
Ayyoub Bouaddi, meio-campista de Marrocos, apareceu como uma das grandes promessas, impondo presença física e leitura de jogo que desarmou adversários de alto nível.
Johan Manzambi, meio-campista da Suíça, teve impacto imediato ao entrar no confronto com Boŝnia e Herzegovina, demonstrando disciplina e chegada ao ataque.
Yasin Ayari, meio-campista da Suécia, brilhou na vitória inicial, marcando gols e exibindo criatividade que já atrai interesse de clubes europeus.
Atacantes e desequilíbrio positivo
Elijah Just, ponta direita da Nova Zelândia, foi decisivo em duas assistências e finalizações de destaque, impulsionando a equipe frente ao Irã e chamando atenção internacional pela consistência.
Folarin Balogun, atacante dos EUA, tornou-se referência no ataque de Mauricio Pochettino, combinando velocidade e poder de finalização para a equipe anfitriã.
Julián Quiñones, ponta esquerda do México, destacou-se pela eficiência ao abrir o placar frente à Espanha e manter o time na liderança do grupo, demonstrando confiança em momentos-chave.
A seleção do torneio até agora enfatiza equilíbrio entre defesa sólida, criação eficiente e vocação de ataque, sem depender de grandes nomes.
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