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Gremista viaja de fusca aos EUA para acompanhar seleção na Copa

Gremista percorre mais de vinte mil quilômetros de fusca desde Porto Alegre até os EUA para acompanhar a seleção brasileira na Copa

Guilherme Martin posa com seu fusca azul em Porto Alegre; gremista percorreu mais de 20 mil quilômetros até os EUA para assistir à Copa do Mundo - Guilherme Martin posa com seu fusca azul em Porto Alegre; gremista percorreu mais de 20 mil quilômetros até os EUA para assistir à Copa do Mundo - Diego Vara - 2 mar. 2026 / Reuters
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  • Guilherme Martin, 33, gremista, viajou de fusca de Porto Alegre aos Estados Unidos em março para acompanhar a seleção brasileira na Copa, já tendo percorrido mais de vinte mil quilômetros pela América do Sul.
  • O projeto “Até de Fusca Nós Iremos” começou em 2024, com viagens pela América do Sul, passando por treze países, incluindo a Bolívia, para jogos do Grêmio e da Libertadores.
  • Durante a jornada, o fusca foi apreendido na fronteira entre Argentina e Uruguai devido à venda de uma miniatura da taça da Libertadores; o carro anterior foi recuperado apenas em 2024 e o fusca atual é de 1971, azul, com a logomarca do projeto.
  • Para financiar a viagem, Martin usou economias, criou uma vaquinha online e promove sorteios; o custo estimado da ida ficou entre oitenta mil e noventa mil reais, sem contar o retorno.
  • Martin chegou a Nova York em três de junho e, com ingressos adquiridos, participou como representante da torcida jovem do Grêmio; pretende ficar até o fim da Copa e seguir pela histórica rota 66 de volta a Porto Alegre.

Guilherme Martin, 33, partiu de Porto Alegre em março com um fusca para acompanhar a seleção brasileira na Copa do Mundo. O trajeto, que já ultrapassou 20 mil quilômetros pela América, ganhou fôlego extra com a rápida ampliação do roteiro até os Estados Unidos.

O projeto “Até de Fusca Nós Iremos” começou em 2024, quando o gaúcho decidiu seguir o Grêmio pela região. Em 2024, percorreu Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Peru, além de quase todos os estados do Brasil, para ver jogos da equipe. Em 2026, manteve a ideia, agora conectada à Copa.

Trajeto atual e motivação

Martin saiu de Porto Alegre no início de março e cruzou fronteiras até chegar aos EUA em junho. Ele mantém a rota de ônibus ou carro quando possível, com apoio de hospedagens de amigos e seguidores em países como Chile, Colômbia, Panamá e Costa Rica. A viagem é financiada por economias próprias, vaquinha online e sorteios.

Desafios, custos e desdobramentos

A jornada não foi sem contratempos: fusca derrapou em reparos na Argentina, houve furtos na Colômbia, falhas nos freios no México e quatro dias parados no Panamá devido a problema na caixa de câmbio. Ao chegar aos EUA, houve vazamento de óleo, mas Martin já conseguiu ingressos para jogos do Brasil em Nova York, adquiridos como parte da torcida jovem do Grêmio.

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