- Gabi Lira, de 10 anos, de Campina Grande, criou a série de vídeos “Ancelotti, Anota Aí!” para analisar a Seleção Brasileira e compor dicas para Carlo Ancelotti.
- Nos vídeos, ela comenta escalações, estratégias, sugere mudanças e defende such como Endrick, destacando sua presença em campo.
- Além de comentar futebol, Gabi inspira meninas a acreditar no próprio potencial, mostrando que mulheres podem ocupar espaços no esporte.
- Ela atua como pivô de futsal, já conquistando medalhas e troféus, muitas vezes em equipes formadas majoritariamente por meninos.
- O pai, Gilson Lira, diz que a filha usa as redes para incentivar outras garotas, reforçando a ideia de que “o lugar das meninas também é no futebol”.
Gabi, uma menina de 10 anos de Campina Grande, ganhou visibilidade ao analisar partidas da Seleção Brasileira e fazer vídeos direcionados ao técnico Carlo Ancelotti. O quadro “Ancelotti, Anota Aí!” foi criado a partir de uma brincadeira entre pai e filha que ganhou alcance nas redes sociais.
A estudante acompanha a Copa do Mundo como debatedora, comentando escalações, táticas e substituições. Nos vídeos, ela defende jogadores, propõe ajustes e expõe um olhar próprio sobre a equipe brasileira, sempre em tom objetivo.
Quem envolve: Maria Gabriela Lira, conhecida como Gabi, mora no Agreste paraibano e virou referência entre meninas que sonham em atuar no futebol. O pai, Gilson Lira, participa da produção dos conteúdos.
Quando e onde ocorreu: o material começou a ser publicado nas redes sociais da família, em Campina Grande, depois de uma ideia espontânea durante um momento doméstico com o álbum da Copa. A repercussão cresceu com o tempo.
Por que aconteceu: a jovem usa as gravações para incentivar outras meninas a acreditarem no próprio potencial e a ocuparem espaços no futebol. A família enfatiza que o conteúdo busca inspirar, não apenas opinar sobre a seleção.
Gabi além das quadras: inspiração e trajetória
Ao longo dos vídeos, Gabi também compartilha sua rotina entre treinos, escolinhas de futebol e competições de futsal. Em quadra, atua como pivô e já coleciona medalhas e troféus, frequentemente sendo a única menina no time.
A relação com o esporte vai além da competição. A jovem destaca que driblar, criar jogadas e ter ritmo são aspectos que conectam futebol e dança, refletindo uma visão criativa do jogo. O pai reforça a ideia de resiliência dentro e fora das quadras.
O objetivo é claro: provar que o espaço das meninas é no futebol. Gabi afirma que a ausência de incentivo é comum entre garotas que desistem, e que as redes podem potencializar esse sonho quando usadas de forma positiva.
Impacto e relação com referências
A jovem admira Cristiano Ronaldo pela disciplina, levando esse exemplo para a vida cotidiana, entre estudos, treinos e produção de conteúdo. A família destaca que o conteúdo não busca apenas audiência, mas estimular outras meninas a acreditarem no próprio talento.
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