- A lesão na coxa direita de Raphinha força mudança na Seleção Brasileira para o duelo contra a Escócia, em Miami, na quarta-feira (24/6).
- Luiz Henrique aparece como favorito para ocupar a vaga no ataque, com ampla participação na Era Ancelotti (dez jogos).
- Rayan, que substituiu Raphinha contra o Haiti, é mais uma opção para o setor ofensivo.
- Neymar treinou com bola nesta semana e deve ficar à disposição, mas a expectativa é de atuação gradual e minutos limitados.
- Endrick desperta expectativa entre parte da torcida, enquanto Gabriel Martinelli surge como opção versátil, com atuação possível em várias funções no ataque.
O técnico Carlo Ancelotti terá que ajustar o ataque da Seleção Brasileira após a lesão na coxa direita de Raphinha. O jogo contra a Escócia é nesta quarta-feira, 24/6, em Miami, e marca a 14ª escalação dele em 14 partidas no comando. A ausência do titular mexe no planejamento ofensivo.
Entre as opções já conhecidas, Luiz Henrique aparece como favorito para atuar de imediato. Mesmo sem ser titular absoluto, o atacante tem 10 jogos sob o comando de Ancelotti e participou da estreia na Copa do Mundo contra o Marrocos, com atuação moderada.
Outra alternativa é Rayan, que substituiu Raphinha na partida diante do Haiti. O atacante, revelado pelo Vasco e hoje no Bournemouth, entrou pela direita e procurou reproduzir o estilo do camisa 11, sem render ainda plenamente.
O jovem Endrick é a opção que mais empolga parte da torcida. O atacante já mostrou funções semelhantes em clubes anteriores e pode ser aproveitado no setor, embora o encaixe tático possa pesar contra uma utilização mais confortável.
Neymar, que voltou a treinar com bola, deve ser relacionado para o confronto. O retorno exige cautela: o tempo afastado exige reintegração gradual, o que dificulta atuar por 90 minutos.
Gabriel Martinelli também aparece como opção versátil. O Arsenal atua pela esquerda, mas já foi utilizado como ponta centralizada e pelo lado direito. Contra o Haiti entrou no segundo tempo e soma oito jogos sob Ancelotti.
A equipe tenta equilibrar o setor ofensivo sem Raphinha, buscando manter o mesmo padrão de atuação sem perder intensidade no ataque. A decisão final pode depender da leitura de adversário e do estado físico dos jogadores escolhidos.
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