- Jogadores da Copa têm usado meiões com rasgos na região da panturrilha para reduzir a pressão do elástico causado pelos meiões modernos.
- A ideia é aliviar desconforto, melhorar a circulação sanguínea na pele e, segundo alguns atletas, diminuir o risco de câimbras durante as partidas.
- A prática não é nova: Gareth Bale já adotou a estratégia durante sua passagem pelo Real Madrid para tentar reduzir a tensão muscular na panturrilha.
- Em Copas anteriores, Neymar também utilizou meiões cortados no Mundial da Rússia de 2018, alegando evitar câimbras, mas a modificação foi proibida pela fornecedora de material esportivo na época.
- A prática tem ganhado curiosidade nas redes sociais, levando torcedores a questionarem se traz mesmo algum benefício efetivo.
A roupa de jogo foi destaque durante a Copa do Mundo, com jogadores entrando em campo usando meiões rasgados ou com furos na região da panturrilha. A prática ganhou as redes sociais, gerando questionamentos sobre o motivo e se há benefício real em campo.
Segundo relatos dos atletas, a modificação busca reduzir a compressão causada pelos meiões atuais, mais ajustados para fixar caneleiras. A ideia é diminuir a pressão sobre a panturrilha, favorecer a circulação e, em alguns casos, reduzir o desconforto na pele.
A prática não é inédita no futebol. Em campanhas anteriores, jogadores já exploraram a ideia para evitar tensões musculares na panturrilha, especialmente em partidas de alto desgaste. A intenção é aumentar o conforto sem comprometer o ajuste do equipamento.
Histórico e referências
Casos no passado mostram que mudanças simples na vestimenta podem surgir por necessidade de conforto durante o jogo. Em seleções anteriores, a modificação foi debatida entre atletas e equipes técnicas, com avaliações de impacto na performance.
Exemplos institucionais
Gareth Bale já adotou a prática em determinada fase da carreira, segundo relatos, para tentar aliviar a tensão muscular. Em 2018, Neymar também foi citado em reportagens sobre meiões com cortes, na Rússia, para prevenir câimbras.
Mudança recente e controle de fabricante
Nações e clubes têm monitorado essa prática à luz de diretrizes de fornecedores de material esportivo. Em algumas oportunidades, as marcas restringiram modificações no equipamento para manter padrões de desempenho e segurança.
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