- Martinelli disse preferir jogar pela esquerda e que a Premier League continua sendo mais intensa que a Copa, em parte pelo calor e pelos campos.
- Ele comentou que a decisão sobre substituição de Raphinha cabe ao treinador, e que já atuou pela direita no Arsenal, incluindo jogo contra a França.
- Sobre a Escócia, destacou que têm jogadores de qualidade como McGinn e Robertson, e que o jogo será difícil, com Brasil treinando para sair com a vitória.
- A seleção quer classificar em primeiro nos Estados Unidos para permanecer por lá, destacando os benefícios do CT e do hotel e evitando viagem ao México.
- Falou sobre entrosamento com Vini Jr. e Neymar, defesa coletiva e preparação para o formato de Copa do Mundo, mantendo o foco no time e no jogo.
Gabriel Martinelli concedeu a coletiva da seleção brasileira em Nova Jersey nesta segunda-feira, conectando-se com o público sobre posição e ritmo. O atacante do Arsenal comentou a lesão de Raphinha e disse que prefere atuar pela esquerda, deixando a direção para o treinador.
Ele afirmou que a posição pela direita já foi ocupada em clubes, inclusive em jogos pelo Arsenal, destacando que a decisão cabe ao técnico. A ligação entre cada atleta e a formação é citada como essencial para o desempenho coletivo.
Sobre o ritmo de competição, Martinelli discordou de que a Copa do Mundo seja mais intensa que a Premier League. Afirmou que o calor e os campos podem reduzir o ritmo, mas a liga inglesa continua mais exigente.
Qualidades da Escócia
O atacante apontou a qualidade dos adversários do próximo compromisso, citando o meia McGinn e o lateral Robertson. Espera um duelo duro e destacou a necessidade de concentração para sair com a vitória.
Classificação e presença nos EUA
Martinelli comentou a preferência por avançar para Miami com a liderança do grupo, ressaltando que permanecer em território americano facilita a rotina da equipe. Se classificar em segundo, a viagem ao México muda a programação.
Táticas e mudanças de posição
Ao ser questionado sobre jogar pela esquerda ou direita, ele explicou que o encaixe tático depende da formação e dos companheiros. Jogar pela ponta direita pode exigir menos criatividade dependendo do esquema.
Substituição de Raphinha e Neymar
Disso depende do treino e das escolhas do treinador, afirmou o atleta, sem confirmar substituições ou escalação. Ressaltou que a decisão fica com o comandante.
Entrosamento com Neymar e Vini Jr
Martinelli elogiou o nível de Neymar e destacou a presença de Vini Jr. no ataque. Disse que todos precisam estar prontos, já que a Copa exige disponibilidade e desempenho a cada jogo.
Rotina do grupo
O atacante enfatizou a convivência entre os atletas, com atividades de lazer que ajudam o ambiente a ficar leve. Ele apontou que a proximidade favorece o entrosamento técnico.
Dedicação e intensidade no jogo
Sobre potencial de incremento de esforço, Martinelli disse que a equipe estaria disposta a elevar o rendimento para apoiar Neymar e os companheiros. O foco permanece na conquista do título.
Sobre o estilo de treino com diferentes técnicos
Ele comparou Arsenal e Chelsea sob Arteta com o atual treinador Carlo Ancelotti, destacando ajustes necessários para manter o desempenho em alto nível.
Entrosamento com o elenco brasileiro
O atacante ressaltou a importância da química entre os jogadores de frente, especialmente para tabelas e movimentação. Enfatizou que todos devem estar preparados para qualquer oportunidade.
Observação sobre o cenário de jogos
Martinelli reiterou o foco no objetivo de terminar na liderança do grupo. Evitou comentar sobre resultados de outros compromissos que não o próprio jogo.
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