- Messi, hoje maior artilheiro das Copas, teve a infância marcada por deficiência do hormônio do crescimento aos 11 anos.
- Na época, atuava nas categorias de base do Newell’s Old Boys e já mostrava talento, mas era mais baixo que os colegas da idade.
- Exames confirmaram a condição que prejudica o desenvolvimento físico; o tratamento envolvia aplicações diárias.
- O acompanhamento exigiu anos de tratamento e um esforço financeiro considerável para a família.
- Sem esse tratamento, a carreira poderia ter tomado outro rumo, mas ele se tornou o maior artilheiro dos Mundiais, com 18 gols.
Lionel Messi, hoje o maior artilheiro da história das Copas, enfrentou um começo de vida que quase o afastou do futebol. Diagnosticado com deficiência do hormônio do crescimento ainda na infância, ele teve a carreira colocada em dúvida antes de se tornar referência mundial.
A condição exigiu anos de tratamento diário e um pesado custo financeiro para a família. Sem o tratamento, o garoto argentino poderia não ter atingido o nível técnico que o levou a atuar pelo Newell’s Old Boys na juventude e, depois, pela seleção argentina.
Messi tinha 11 anos quando recebeu o diagnóstico. Com apenas cerca de 1,30 m de altura, ele chamava atenção pela estatura inferior em relação aos colegas da mesma idade. Os médicos indicaram a necessidade de inúmeras aplicações para estimular o crescimento.
O tratamento envolveu mais de 2 mil injeções ao longo dos anos. A regularidade das aplicações e o esforço financeiro foram determinantes para que o jogador pudesse continuar treinando e evoluindo, abrindo caminho para sua sequência na hierarquia do futebol profissional.
Tratamento e desdobramentos
O apoio médico e familiar foi essencial para manter Messi em atividade nas categorias de base. Com o tempo, as condições de saúde não impediram a evolução técnica do atleta, que posteriormente se tornou destaque mundial e consolidou marcas históricas nas Copas do Mundo.
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