- Michael Olise, jogador da seleção francesa, recusou contratos de patrocínio de chuteiras e não tem vínculo com marcas.
- O motivo: quer manter poder de escolha sobre o modelo que usa em campo, buscando conforto e possibilidade de combinar com a cor do uniforme.
- Observadores já vinham percebendo a liberdade dele; nas partidas, ele costuma usar chuteiras da cor do uniforme.
- Pessoas próximas ao jogador disseram ao L’Equipe que ele não tem interesse em firmar contrato de patrocínio.
- Como referência, Neymar recebe cerca de 23 milhões de libras por ano da Puma.
Michael Olise decidiu não firmar contratos de patrocínio de chuteiras, mantendo total liberdade de escolha para seus calçados em campo. O jogador, ligado à seleção francesa, opta por conforto e estética em vez de acordos comerciais.
Segundo pessoas próximas, o craque não tem vínculo com marcas de artigos esportivos e não pretende fechar contrato. Ofertas de gigantes do setor já foram apresentadas, mas ele prefere escolher o modelo que usa após analisar conforto e cor com o uniforme.
A mudança de postura ocorre em meio ao momento da Copa do Mundo de 2026, com Olise destacado como um dos nomes da França. Observadores destacam que essa prática contrasta com o padrão recente de patrocínios nas grandes competições.
Aécio exemplos de comportamento de campo ilustram a decisão: em Bayer, France e outras partidas, Olise costuma combinar o calçado com a cor dominante do uniforme, sem depender de patrocínio. A escolha reforça a autonomia do jogador.
Entre especialistas, a cobrança de patrocínio varia. Neymar, por exemplo, recebe patrocínio expressivo com a Puma, estimado em cerca de 23 milhões de libras anuais. Olise, porém, não tem contrato público nesse âmbito.
A postura do jogador é analisada como um diferencial de posicionamento, principalmente no contexto da chamada Copa das chuteiras rosas, pela predominância de acordos comerciais entre atletas. A cobertura segue com foco em fatos e intervalos de tempo.
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