- Haaland marcou dois gols e a Noruega venceu Senegal por 3 a 2, no MetLife Stadium.
- Odegaard, do Arsenal, comandou o time e o elenco; após a vitória, ele se sentou no gramado e o batuque começou.
- Torcedores e jogadores fizeram a “remada viking”, movendo os braços como se impulsionassem um barco, em cena marcante da Copa.
- A remada faz referência aos barcos dos povos nórdicos dos séculos VIII a XI, símbolos históricos da Noruega.
- Os vikings são lembrados como exploradores que chegaram à América antes de Colombo, com uma colonização frustrada no Canadá.
Durante a partida disputada no MetLife Stadium, a Seleção da Noruega empatou 3-2 com Senegal, com Haaland marcando duas vezes. O atacante reuniu o elenco no gramado após o jogo, enquanto Odegaard, do Arsenal, comandou as ações da equipe na celebração.
A torcida norueguesa participou ativamente, remando com o corpo e movendo os braços, em uma demonstração coletiva que chamou atenção na Copa do Mundo de 2026. O gesto ganhou destaque ao lado do desempenho técnico da equipe.
A Remada Viking é uma homenagem às tradições históricas da Noruega, associadas aos povos nórdicos que exploraram a Europa entre os séculos VIII e XI. O símbolo permanece entre os principais referências nacionais.
Remada Viking: significado e origens
Alinhados no estádio, nas ruas ou nos estádios, noruegueses repetem o movimento ao ritmo da torcida e elevam a energia do jogo. Eles lembram os barcos usados pelos vikings, marcando a identidade do país.
Historicamente, os vikings eram exploradores marítimos que contribuíram para a expansão europeia. A celebração na Copa reforça a ligação entre a cultura do esporte e a herança histórica da Noruega.
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