- Lionel Messi soma dezoito gols em Copas do Mundo, tornando-se o maior artilheiro da competição; doze deles foram marcados nas Copas de 2022 e 2026, ampliando seu saldo no torneio.
- O técnico Lionel Scaloni, que assumiu em agosto de 2018, já conquistou Copa América (2021), Finalíssima (2022), Copa do Mundo (2022) e Copa América (2024) com a Argentina.
- A chave da explosão ofensiva, segundo especialistas, é a liberdade tática ao redor de Messi, com De Paul recobrado defensivamente para abrir espaço ao camisa 10.
- Maurício Dulac aponta que De Paul passou a ocupar função de chegada e cobertura, permitindo que Messi atue mais próximo das zonas decisivas.
- Dyego Coelho ressalta que Scaloni manteve o grupo estável e conseguiu unir os demais jogadores na missão de jogar para Messi, fortalecendo o modelo.
O técnico Lionel Scaloni potencializou o desempenho de Lionel Messi na Copa do Mundo, ampliando a chance de o craque tornar-se o maior artilheiro da história do torneio. A atuação recente contra a Áustria elevou o saldo do camisa 10, que chegou a 18 gols em Mundiais.
Desde que Scaloni assumiu a Argentina em agosto de 2018, o time soma títulos como Copa América (2021), Finalíssima (2022), Copa do Mundo (2022) e Copa América (2024). O treinador reforçou a base que defende o título, com foco em consistência e entrega coletiva.
Na avaliação de especialistas, a chave está na forma como a Argentina ocupa os espaços em torno de Messi. O meio-campo passou a recuar para proteger o camisa 10, permitindo que ele atue mais próximo das zonas decisivas do campo.
Mudança tática e papel de De Paul
Rodrigo De Paul passou a cumprir funções defensivas e de cobertura, liberando Messi para atuar em áreas de maior influência. A alteração gerou maior equilíbrio sem perder a criatividade do ataque argentino, segundo técnicos consultados.
Para Maurício Dulac, técnico brasileiro, a mudança envolve o posicionamento dos jogadores em volta de Messi, o que facilita a leitura de jogo e a finalização. O ajuste tem sido citado como essencial para a explosão ofensiva.
Dyego Coelho, ex-jogador e treinador, ressalta a estabilidade do elenco como fator determinante. Ele destaca a relação entre Scaloni e o grupo, com Messi ainda no papel central que impulsiona os demais atletas a jogar para ele.
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