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Sete craques que passaram longe do posto de galã nas Copas do Mundo

Sete craques talentosos nas Copas desconstroem o estereótipo de galã, provando que a performance vence a aparência

Goleiro escocês Jim Leighton (à esquerda) e o saudoso zagueiro búlgaro Trifon Ivanov (à direita) estão na lista
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  • Ronaldinho Gaúcho representa a geração brasileira com passagens pelas Copas de 2002 e 2006, famoso pelo talento e por um sorriso marcante.
  • Carlos Valderrama, camisa 10 da Colômbia, foi figura marcante nas Copas de 1990, 1994 e 1998, conhecido pela cabeleira loira e pelo bigode.
  • Franck Ribéry, francês, disputou as Copas de 2006 e 2010, carrega cicatrizes de um acidente de infância que lhe deram o apelido Scarface.
  • Trifon Ivanov, zagueiro da Bulgária, ficou conhecido pelo visual marcante e participou das Copas de 1994 e 1998, somando técnica e imponência.
  • Carlos Tévez, argentino, atuou em 2006 e 2010, destacou-se pela entrega em campo e pela cicatriz no rosto, sem ser galã, mas com personalidade e gols importantes.

Conheça sete craques das Copas do Mundo que fugiram do estereótipo de galã. Entre visuais marcantes e estilos únicos, eles mostraram que o talento em campo é o principal. A lista, criada pelo blog Do Meu Tempo, reúne nomes relevantes de diferentes eras.

A presença desses jogadores provou que estética não determina o valor esportivo. Muitos se destacaram com dribles, passes e gols decisivos, enquanto mantinham visuais que ficaram na memória dos fãs.

Craques fora do padrão

Ronaldinho Gaúcho (Brasil)

Ronaldinho disputou as Copas de 2002 e 2006. O brasileiro encantou com dribles imprevisíveis e talento único. Seu sorriso largo ficou tão famoso quanto suas jogadas.

Carlos Valderrama (Colômbia)

Camisa 10 da Colômbia, brilhou nas Copas de 1990, 1994 e 1998. A cabeleira loira e o bigode marcaram época, compondo um visual icônico do Mundial.

Franck Ribéry (França)

Ribéry atuou em 2006 e 2010. Cicatrizes no rosto, resultado de um acidente ainda na infância, renderam o apelido Scarface. Mantém as marcas como parte da identidade.

Trifon Ivanov (Bulgária)

Zagueiro conhecido como Lobo Búlgaro, participou das Copas de 1994 e 1998. Cabelos longos, barba espessa e olhar intimidador. O visual contrastava com a técnica em campo.

Carlos Tévez (Argentina)

Atacante de 2006 e 2010, Tévez ficou famoso pela entrega e raça. A cicatriz no rosto, consequência de um acidente infantil, tornou seu visual marcante.

Taribo West (Nigéria)

Zagueiro das Copas de 1998 e 2002, West ficou conhecido por tranças coloridas e penteados criativos. Sua personalidade reforçou o estilo único em campo.

Jim Leighton (Escócia)

Goleiro que atuou em 1986, 1990 e 1998 possuía um visual simples, sorriso desdentado e jeito tranquilo. Foi o segundo jogador com mais partidas pela Escócia e o mais velho a defender a seleção aos 40 anos.

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