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Ancelotti: Rayan pode atuar como Raphinha; exige intensidade e poucos erros

Ancelotti indica Rayan na vaga de Raphinha, busca intensidade e menos erros para enfrentar a Escócia

Carlo Ancelotti e Rayan conversam em treino da seleção brasileira — Foto: Rafael Ribeiro / CBF
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  • Ancelotti disse que Rayan pode fazer a função de Raphinha e que a amplitude no jogo é importante.
  • Raphinha fica fora por lesão; Rayan surge como titular na sua vaga para o duelo contra a Escócia.
  • Neymar está relacionado para a partida e pode atuar os 90 minutos, segundo o técnico.
  • Brasil lidera o grupo C com quatro pontos, igualando Marrocos.
  • Na avaliação do treinador, o time deve repetir o primeiro tempo contra o Haiti, com intensidade, qualidade no passe e menos erros.

Depois de quase três horas de atraso por más condições climáticas em Newark/NJ, a seleção brasileira chegou ao local do duelo com a Escócia. O treino final ocorreu em Miami, antes da partida desta quarta-feira, às 19h, no Hard Rock Stadium.

O técnico Carlo Ancelotti não divulgou a escalação, mas confirmou a presença de Neymar entre os relacionados. Raphinha está fora por lesão, abrindo espaço para Rayan atuar na ponta direita. O treinador destacou que a amplitude do jogo pode ficar a cargo do jovem jogador.

Na coletiva, Ancelotti citou Rayan como titular na função de abrir o campo. O treinador lembrou que Rayan entrou bem no lugar de Raphinha e ressaltou o potencial do jogador para esse papel, além de sinalizar outras opções para o sistema.

Sobre o que espera da equipe contra a Escócia, o italiano sinalizou a repetição da estratégia usada contra o Haiti: manter intensidade com bola, reduzir erros e acertar passes. A Seleção lidera o grupo C por saldo de gols, com quatro pontos.

Ancelotti reforçou que Neymar está disponível para atuar os 90 minutos, mantendo o tom de cautela com o condicionamento. O treinador também elogiou o trabalho do elenco e disse acreditar em evolução contínua até o duelo.

Análise da adversária aponta para uma equipe física, com atuação em 4-4-2 e uso frequente de bolas longas e cruzamentos. O Brasil precisa controlar esse aspecto para avançar na Copa.

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