- A Escócia encara o Brasil nesta quarta-feira, pela terceira rodada do Grupo C da Copa do Mundo, no Hard Rock Stadium, em Miami.
- A seleção escocesa tem três pontos após vencer o Haiti e perder para o Marrocos, e pode avançar mesmo com derrota, dependendo de outras marcadores.
- O técnico Steve Clarke elogiou o Brasil e destacou Vinícius Júnior como jogador especialmente perigoso, capaz de atuar pelas pontas ou pelo meio.
- O capitão Andy Robertson disse que a equipe fará “100%” e manterá concentração para buscar o resultado, mantendo a moral alta.
- O histórico entre Brasil e Escócia em Copas aponta vantagem para o Brasil, com três vitórias e um empate em cinco partidas.
Na coletiva realizada no Hard Rock Stadium, em Miami, a Escócia confirmou o objetivo de surpreender o Brasil na terceira rodada do Grupo C da Copa do Mundo. A partida acontece nesta quarta-feira (24), no mesmo estádio, pela fase de grupos.
A equipe de Steve Clarke busca manter vivo o sonho de avançar pela primeira vez desde a fase de grupos do Mundial, apesar de enfrentar um adversário com histórico dominante no torneio. A seleção escocesa soma três pontos até aqui, com vitória sobre o Haiti e derrota para o Marrocos.
O capitão Andy Robertson reforçou a necessidade de manter a concentração total para enfrentar a seleção pentacampeã. A Escócia precisa de pelo menos um empate ou depender de resultados, dependendo da performance de seus adversários, para seguir na disputa.
Análise do confronto
Clarke destacou a qualidade do Brasil e a imprevisibilidade do ataque, citando a versatilidade de Vinícius Jr, que pode atuar pelas pontas ou pelo centro. O técnico não revelou a formação, mas disse que o Brasil é uma grande ameaça e espera ver uma atuação ofensiva.
O capitão Robertson ressaltou a importância de manter o mesmo nível de entrega demonstrado contra os outros rivais. Ele afirmou que a equipe vai buscar o máximo de cada jogador para buscar o resultado, sem abrir mão da disciplina tática.
Brasil e Escócia já se enfrentaram cinco vezes em Copas, com vantagem para a seleção brasileira: três vitórias e um empate, gols 7 a 2. O histórico aponta maior experiência brasileira em decisões de grupo, mas o desafio será manter o foco até o apito final.
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