- Desânimo com a Copa do Mundo de 2026 permanece dominante entre os brasileiros, em 39%, queda em relação aos 46% de abril.
- Interesse cresce: 36% dizem estar “um pouco animados” e 20% “muito animados”, totalizando 56% de engajamento.
- Juventude mais empolgada: 31% dos 16 a 24 anos dizem estar muito animados; já pessoas com 60 anos ou mais apresentam 49% de desânimo.
- Confiança no título continua moderada: 54% acreditam que o Brasil tem poucas chances; 19% dizem ter muitas chances e 23% não têm possibilidade.
- Emoções associadas à Copa: esperança aparece em 29%, seguida de alegria (20%), otimismo (15%) e preocupação (15%); brasilidade sobe de 9% para 14%.
- Detalhes da pesquisa: realizada de 13 a 17 de junho com 2 mil pessoas em 130 municípios, margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95%.
O desânimo ainda predomina entre os brasileiros em relação à Copa do Mundo de 2026, realizada nos Estados Unidos, México e Canadá. A pesquisa do Ipsos-Ipec, divulgada nesta semana, mostra 39% dos entrevistados nesse sentimento, queda em relação aos 46% de abril.
Ao mesmo tempo, aumenta o interesse: 36% disseram estar “um pouco animados” e 20% “muito animados”, totalizando 56% de pessoas com algum grau de entusiasmo. Também houve mudança nos hábitos de assistir aos jogos.
Realizada entre 13 e 17 de junho, a sondagem ouviu 2 mil pessoas em 130 municípios, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Mudanças por faixa etária
Entre 16 e 24 anos, 31% afirmam estar muito animados com a Copa. Já entre 60 anos ou mais, 49% dizem estar desanimados com o torneio. O levantamento aponta maior engajamento entre os jovens e distanciamento entre os mais velhos.
Sobre a atuação da Seleção, a confiança na conquista do título segue moderada: 54% avaliam que o Brasil tem poucas chances, 19% acreditam em muitas chances e 23% dizem que não há possibilidade de levantar o troféu.
Emocões e símbolos
No campo emocional, 29% associam a Copa à esperança, 20% citam alegria e 15% apontam otimismo ou preocupação. A pesquisa também registra aumento de menções à brasilidade, de 9% para 14%.
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