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Fifa vê Copa sob pressão e Brasil como exemplo de velocidade na transição

Fifa vê Brasil como exemplo de transições rápidas na Copa, responsáveis por vinte por cento dos gols, com variação na marcação por pressão, caindo para três por cento ante o Haiti

Vini Jr deslocou o goleiro e marcou durante Brasil x Haiti, duelo da Copa do Mundo
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  • Gilberto Silva, integrante do Grupo de Estudos da Fifa, afirma que o Brasil é exemplo de transição veloz nesta Copa do Mundo.
  • A declaração foi feita em resposta a questionamento do UOL sobre mudanças no futebol e a importância da marcação por pressão.
  • Ele destacou que o Brasil recupera a bola e faz transições rápidas, citando gols contra o Haiti com Bruno Guimarães, Matheus Cunha e Vinícius Júnior.
  • O Brasil teve 3% de ações sem bola com pressão contra o Haiti e 6% contra o Marrocos; a Holanda registra 7%. O grupo ainda é chefiado por Pascal Zuberbühler, com Arsène Wenger como diretor de desenvolvimento global da Fifa.
  • Neste Mundial, vinte por cento dos gols nasceram de transições que começam com recuperação de bola no campo de ataque ou na intermediária, índice superior às bolas paradas, de 18%.

O Brasil é apontado pela FIFA como exemplo de transição rápida nesta Copa. A avaliação vem do Grupo de Estudos da Fifa (TSG), com participação de Gilberto Silva. O brasileiro comentou em resposta a perguntas do UOL sobre como a competição expõe mudanças no jogo, especialmente na marcação por pressão.

Segundo Gilberto Silva, o Brasil tem mostrado recuperação rápida da bola e transições velozes nas jogadas que resultaram em gols contra o Haiti. O ex-jogador citou Bruno Guimarães, Matheus Cunha e Vinícius Júnior como protagonistas nesse padrão de jogo. A ideia central é que transições rápidas se tornaram um elemento-chave do futebol atual.

O TSG, liderado pelo ex-goleiro Pascal Zuberbühler e com a coordenação de Arsène Wenger, envolve o Brasil em análises de desenvolvimento global. O objetivo é entender os efeitos da pressão alta na fase ofensiva, com a comparação de ações sem bola entre seleções.

Transições, pressão e números da partida

A comparação entre equipes mostra diferentes níveis de pressão sem bola. A Holanda realiza cerca de 7% de ações sem bola com marcação por pressão. O Brasil teve 6% contra o Marrocos, caindo para 3% diante do Haiti. Gilberto Silva disse que não classifica o Brasil como potência definitiva, mas espera evolução ao longo do torneio.

O Mundial registra que 20% dos gols saem de jogadas de transição, quando a bola é roubada no ataque ou na intermediária e vira contra-ataque. O índice de bolas paradas ficou em 18%. Em termos de estilo, as transições rápidas aparecem como tendência relevante da fase de grupos.

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