- Gianni Infantino defendeu as pausas obrigatórias para hidratação durante os jogos da Copa, com cada interrupção durando cerca de três minutos.
- O objetivo é manter condições iguais entre as equipes, especialmente em partidas disputadas em um período de quarenta dias, evitando influência de temperaturas diferentes.
- As interrupções têm sido alvo de vaias de torcedores e críticas de treinadores e jogadores, além de abrir espaço para exibição de propagandas durante a hidratação.
- A Fifa afirmou que não há ganho financeiro com as pausas, dizendo que a decisão é puramente esportiva e já havia sido acordada com os parceiros comerciais.
- A entidade divulgou dados de público da Copa, com média de 64.796 pessoas por jogo, ocupação de 99,6% dos estádios e 2.851.010 torcedores em quarenta e quatro partidas, buscando recorde de público em relação a 1994.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, defendeu as paradas obrigatórias para hidratação durante a Copa do Mundo, em entrevistas nesta terça-feira. O objetivo é manter condições iguais entre as equipes, em jogos disputados ao longo de 39 dias.
As interrupções, de três minutos cada, ocorrem no meio de cada tempo. Em alguns jogos, as pausas influíram no equilíbrio tático das partidas, gerando debates entre torcedores e especialistas.
Infantino afirmou que a medida não envolve receita financeira adicional para a Fifa, pois os acordos comerciais já foram fechados. O foco, segundo ele, é esportivo e de igualdade entre as equipes.
Essas paradas também são alvo de críticas pela possibilidade de ampliar a janela de publicidade durante o tempo de hidratação. A entidade sustenta que os contratos foram firmados previamente.
A Fifa destacou ainda que as altas temperaturas são a principal preocupação para a Copa, mas as pausas ocorrem mesmo em climas amenos ou estádios climatizados, para assegurar condições iguais a todas as seleções.
A entidade divulgou números de público da edição: 44 jogos, 2.851.010 presentes, ocupação média de 99,6% e média de 64.796 torcedores por jogo, buscando alcançar recorde histórico.
- Envolvidos: Gianni Infantino e Fifa.
- Quando: terça-feira (data da entrevista).
- Onde: Copa do Mundo, amplamente descrita como evento global.
- Por quê: garantir igualdade de condições e proteção aos atletas durante a competição.
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