- A seleção japonesa, com quatro pontos no Grupo F, encara a Suécia na última rodada, em Dallas, nesta quinta-feira (25) às 20h (horário de Brasília).
- O capitão Ko Itakura ressaltou confiança no momento da equipe e disse que o elenco não teme adversários no mata-mata, mirando evolução contínua.
- O atacante Daizen Maeda elogiou a força coletiva do Japão, destacando que jogadores que não estão em campo também ajudam o time.
- Maeda avisou para ficar atento a Benjamin Nygren, além dos atacantes Viktor Gyökeres e Alexander Isak, na estratégia contra a Suécia.
- O volante Kaishu Sano enfatizou a importância da organização tática para neutralizar os pontos fortes do adversário e manter a identidade do time.
O Japão mantém a confiança e mira o mata-mata da Copa do Mundo após somar quatro pontos no Grupo F. A equipe se concentra no jogo contra a Suécia, marcado para esta quinta (25), em Dallas, nos Estados Unidos. O clima no grupo é de otimismo e foco em evoluir jogo a jogo.
O capitão Ko Itakura declarou que não há adversário fácil e que o time quer enfrentar seleções tradicionais da competição, evoluindo a cada duelo. O elenco enfatiza a força coletiva e o ambiente positivo dentro do vestiário, que, segundo o jogador, facilita a performance em campo.
Daizen Maeda ressaltou a importância da união do grupo, inclusive daqueles que não atuam como titulares, como motor para manter o nível alto. O atacante citou a ameaça que o ataque sueco representa e a necessidade de concentração para neutralizar os principais jogadores rivais.
Confronto com a Suécia
O elenco japonês trabalha para conter o ataque europeu, especialmente nomes como Benjamin Nygren, Viktor Gyokeres e Alexander Isak. O meia Kaishu Sano falou sobre a importância da organização tática, marcando individualmente os adversários e mantendo as distâncias corretas entre setores.
A partida contra a Suécia ocorre às 20h (horário de Brasília) e define a posição do Japão no Grupo F, com chances de avançar às oitavas de final. Até o momento, o Japão figura em segundo lugar, abrindo caminho para o confronto com o Brasil no mata-mata, caso avance.
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