- Robertson prevê que a Escócia seja mais ofensiva contra o Brasil e elogia Alisson, chamando-o de “melhor goleiro do mundo”.
- Os dois foram companheiros de Liverpool por oito temporadas, conquistando Champions League e duas Premier Leagues.
- Robertson disse que treina com Alisson há oito anos e que dificilmente consegue marcar gols em treinos, brincando sobre o desafio de vencê-lo.
- A Escócia chega à última rodada da fase de grupos com uma vitória sobre o Haiti e uma derrota para Marrocos, buscando avançar.
- O técnico da Escócia afirmou ter apreço pelo Brasil e comentou o retorno de Neymar, dizendo que pode dar um gás à equipe.
O duelo entre Brasil e Escócia nesta quarta-feira reencontra dois ex-companheiros do Liverpool: Alisson, goleiro brasileiro, e Andrew Robertson, capitão da equipe escocesa. Os longos oito anos em que dividiram vestiário renderam taças como Champions League e duas Premier Leagues.
Robertson afirmou em coletiva que enfrentará o goleiro com humor. O capitão da Escócia lembrou que treinou ao lado de Alisson por quase uma década e que é improvável encontrar o segredo para superá-lo. Enfatizou que o Brasil tem um dos melhores do mundo sob as traves.
O jogador também elogiou o retrospecto e a forma atual de Alisson, destacando que, nos momentos difíceis, o arqueiro esteve presente pela equipe do Liverpool. A expectativa é que Alisson seja exigido, principalmente em ações de defesa de chute de média e longa distância.
Desdobramentos da fase de grupos
A Escócia chega à última rodada da fase de grupos com chances de avançar ao mata-mata. O histórico aponta uma vitória sobre o Haiti e uma derrota para Marrocos até aqui. A equipe precisa de resultado positivo para manter a esperança de classificação.
Robertson disse que a defesa tem sido sólida, mas reconheceu a necessidade de ampliar o repertório ofensivo. A ideia é não passar o tempo inteiro apenas defendendo, buscando também criar chances e manter a posse de bola para controlar o jogo.
Contexto tático e retorno de Neymar
O técnico da Escócia também analisou o papel de Neymar, citando a possibilidade de o retorno do jogador brasileiro agregar ritmo e intensidade ao ataque do Brasil. A comissão técnica escocesa revela que trabalha para manter equilíbrio entre defesa e transição ofensiva, buscando explorar momentos de conclusão e bolas paradas.
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