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Conheça fãs pagos $50 mil para assistir a todas as partidas da Copa do Mundo

Dois fãs recebem $50,000 para acompanhar as 104 partidas da Copa do Mundo, produzindo conteúdo a partir de uma cabine de vidro em Times Square

Two football fans sit on a brown sofa and eat food from a coffee table in front of them.
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  • Dois fãs de futebol recebem $50.000 para assistir todas as 104 partidas da Copa do Mundo e criar conteúdo para fãs, com espaço de vidro em Times Square, em Nova York.
  • Kevin Akoto, cozinheiro de origem da Flórida, e Austin Franklin, influenciador da Filadélfia, passaram a maior parte do tempo dentro do cubículo, com sofás, televisores e mesa de futebol.
  • Eles estão a várias semanas no posto de “Chief World Cup Watchers” da Fox One, mantendo o ritmo de jogos diários e produzindo material para os torcedores.
  • Os responsáveis pela experiência relatam momentos históricos vistos de dentro do cubo, como Messi quebrando recorde de gols, além de poderem provar comidas típicas dos países participantes.
  • Ao mesmo tempo, a dupla diz que é um desafio manter a disposição e o sono em dia, enquanto fãs ao redor do mundo passam a visitar Times Square e interagir com eles.

Kevin Akoto e Austin Franklin foram contratados pela Fox One para assistir a todas as 104 partidas da Copa do Mundo, recebendo 50 mil dólares pelo trabalho. A função envolve acompanhar os jogos e produzir conteúdo para torcedores, em tempo integral.

Os dois configuraram um cubículo de vidro no meio de Times Square, com poltronas, sofá marrom, duas TVs grandes e mesa de pebolim. O espaço reúne itens de futebol e lanches para simular um ambiente de fã.

Kevin, cozinheiro de origem da Flórida, e Austin, influenciador de Filadélfia, disputaram a vaga contra milhares de candidatos. A posição exige observação constante e criação de material para o público, além de acompanhar o ritmo intenso dos jogos.

Experiência na praça e rotina

Até aqui, a dupla admite manter o ritmo ajustado para não perder o fôlego. Um deles registra cansaço progressivo e a necessidade de descansar entre jornadas, mantendo o condicionamento para as próximas semanas.

Mesmo em meio ao cansaço, os anfitriões destacam o aspecto lúdico da função, comparando a experiência a um acampamento de verão, com dias que parecem se misturar. O objetivo é cumprir a maratona sem comprometer a saúde.

Além disso, o trabalho não exige pernoite no cubo de vidro, permitindo que os dois saiam ao fim das sessões para dormir em casa e recarregar as energias para o dia seguinte.

Desempenhos e percepções

Ao longo da cobertura, os protagonistas viram momentos históricos, como o recorde de gols de Lionel Messi, durante uma transmissão que incluiria refeições com churrasco argentino. A função também oferece a oportunidade de provar cozinhas dos países em competição.

Entre as atividades, ocorreram interações com fãs em Times Square, atraindo torcedores de diversos países. Visitantes de Noruega e muitos brasileiros marcaram presença, ampliando o intercâmbio cultural.

Austin destaca conhecer torcedores de várias partes do mundo e debater futebol, cultura e a experiência de acompanhar a Copa nos EUA. O relato aponta que a localização costuma surpreender pela concentração de pessoas.

Reações e perspectivas

Quanto às previsões, Kevin aponta a Espanha como favorita ao título, ainda que torça pelos Estados Unidos e Gana por terem raízes pessoais. Austin veste a camisa da Noruega, citando o progresso da equipe e de Erling Haaland.

Os dois afirmam não se arrepender da escolha e seguem com a missão, podendo deixar o cubo ao fim de cada turno para descansar. Nem todos os espectadores aprovam a experiência de acompanhar 104 jogos sem privacidade.

Alguns fãs, como Eimund Liland e a filha Camille, veem o formato como excessivo. Outros, como Matthew Mendez, preferem acompanhar a Copa com amigos ou a família. Já Miguel Sanchez descreve a oportunidade como incrível.

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