- Muitos jogadores entraram em campo com meiões furados, principalmente na panturrilha e na parte de trás das pernas.
- A razão é conforto: o aperto de materiais como poliéster e elastano leva alguns atletas a fazer pequenos cortes para aliviar a pressão.
- Não há estudos que comprovem que essa mudança melhore o desempenho ou previna cãibras.
- O ganho observado é a sensação de bem-estar durante as partidas, segundo relatos de atletas.
- Exemplos de jogadores que adotaram a prática: Jude Bellingham e Bukayo Saka, da Inglaterra; Leroy Sané, da Alemanha; Mathew Leckie, da Austrália.
Nesta edição da Copa do Mundo, houve um detalhe que chamou a atenção das torcidas: vários jogadores entraram em campo com os meiões furados, principalmente na panturrilha e na parte traseira das pernas. O gesto ganhou destaque nas partidas.
A prática não é apenas estilo. Jugadores relatam desconforto causado pelo aperto de meiões de poliéster e elastano, que se ajustam firmemente ao corpo. Cortes menores nos meiões são usados para aliviar a pressão sobre a musculatura.
Ainda não há estudos que comprovem benefício no desempenho ou prevenção de cãibras. A decisão parece depender da percepção de conforto individual dos atletas, segundo especialistas citados pela reportagem.
Entre os nomes que adotaram a estratégia, estão Jude Bellingham e Bukayo Saka, da Inglaterra, Leroy Sané, da Alemanha, e Mathew Leckie, da Austrália. A prática ganhou notoriedade pela visibilidade durante os jogos.
Profissionais de futebol costumam buscar soluções rápidas para reduzir qualquer incômodo que possa atrapalhar a concentração em campo. O uso de meiões cortados é uma alternativa relatada por alguns atletas, sem respaldo científico definitivo.
Portanto, a decisão de rasgar ou cortar os meiões surgiu como resposta ao desconforto, não como protocolo de desempenho. A técnica permanece amplamente debatida entre especialistas e técnicos.
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