- Rayan, de 19 anos, é o jogador mais jovem a atuar pela seleção desde Marco Antônio, na Copa de 1970, e substituiu Raphinha na vitória sobre o Haiti.
- O atacante do Bournemouth diz que o Japão é time forte e que não será fácil enfrentar a equipe, que vem fazendo bons jogos.
- Carlo Ancelotti prepara os jogadores com vídeos sobre o adversário; o Brasil encara o Japão na segunda-feira, às 14h, em Houston.
- Rayan reforça o carinho pelo técnico Fernando Diniz, que o acompanha desde as bases e o ajudou bastante em sua trajetória.
- O jovem admite que o gol na Copa vai acontecer naturalmente, destacando que o grupo é forte e há opções caso precise entrar no time.
Rayan, atacante de 19 anos, segue em ascensão na seleção brasileira durante a Copa do Mundo. O jovem participou de entrevista coletiva no hotel da equipe em Nova Jersey, quando foi questionado sobre o adversário japonês que vem pela frente. Mesmo sem revelar detalhes técnicos, mostrou confiança ao comentar o foco no próximo jogo.
O Brasil enfrenta o Japão na segunda fase da competição, em Houston, às 14h (horário de Brasília). A preparação tem sido orientada pelo técnico Carlo Ancelotti, que costuma apresentar vídeos dos rivais aos jogadores para ajustar a estratégia. A equipe deve receber detalhes sobre os pontos fortes do Japão antes da partida.
Rayan tornou-se o jogador mais jovem a atuar pela seleção principal desde Marco Antônio, destaque de 1970. O atacante já havia passado por todas as seleções de base e, no ano passado, integrava o elenco sub-20, momento em que o então treinador antecipou o ingresso dele ao grupo principal.
Aos poucos, o jovem confirmou a condição de titular em Copas recentes. Ele entrou na vitória por 3 a 0 sobre a Haiti, substituindo o lesionado Raphinha, que está fora de combate. A participação elevou a expectativa sobre como o brasileiro conseguiria manter o ritmo em jogos decisivos.
Sobre o momento de futebol, Rayan destacou o apoio de Fernando Diniz, que o acompanhou ao longo da trajetória e permanece como referência próxima. A relação com o ex-treinador é vista pelo jogador como uma base emocional importante na sua evolução.
questionado sobre a possibilidade de marcar o primeiro gol em Copa do Mundo, o atacante foi direto ao dizer que confia no potencial do time e no conjunto, que inclui opções como Endrick e Neymar. Ele ressaltou a força do grupo e a oportunidade que vem sendo aproveitada.
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