- No sábado 27, a seleção brasileira completou um mês reunida para a Copa do Mundo, aproveitando para cuidar de barba, cabelo e bigode.
- Dois barbeiros da equipe, Yuri Alexandre e Everson Perninha, atendem os jogadores no hotel e dizem ter feito service a cerca de quarenta atletas desde 2018 até 2022.
- Os cortes seguem preferências dos atletas e momentos de jogo; exemplo citado: Vinícius Júnior teve o moicano mais aberto para dar volume; Neymar gosta de um formato de V na parte de trás.
- Carlo Ancelotti também frequenta a barbearia brasileira, com o técnico dizendo que a família aprovou o corte e que não pretende mudar.
- Para os profissionais, mudar o corte é quase um ritual, com superstição de horários e padrões, lembrando ainda o famoso corte cascão de Ronaldo em 2002.
Neste sábado 27, a seleção brasileira, já reunida há um mês para a Copa do Mundo, recebeu atendimento de barbeiros da própria equipe. Yuri Alexandre e Everson Perninha cuidaram dos cortes e barbas dos jogadores, dentro do hotel da delegação. O repasse de estilos faz parte do ritual da concentração.
Os profissionais já trabalham com o time há anos. Eles lembraram momentos marcantes, como a primeira convocaçao em fevereiro de 2022, na partida Brasil x Paraguai. Também citaram passagens por 2018 na Rússia, 2019 no Rio, e 2022 no Catar.
Ao longo do tempo, o atendimento atingiu boa parte do elenco. Segundo Perninha, cerca de 40 jogadores já passaram pela cadeira dos barbeiros. A prática ganhou repercussão e inspirou cortes adotados em barbearias no Brasil e no exterior.
Entre as mudanças de estilo, destaca-se a adaptação de Vini ao moicano, com mais volume nas laterais. Neymar, segundo os profissionais, prefere um rosto mais definido, mantendo um traço característico na nuca.
Carlo Ancelotti também aderiu ao trabalho das tesouras brasileiras. O treinador ouviu elogios da família após o primeiro corte e confirmou continuidade no corte escolhido. Esse ajuste de visual é visto como parte de um ritual da equipe.
Os barbeiros ressaltam que o corte funciona como um comportamento previsível para o elenco. O momento é descrito como uma rotina que soma confiança e foco, antes dos jogos.
A conversa histórica com o time remete ao corte icônico do passado. O grupo lembra que o estilo na copa de 2002 ficou marcado e continua a influenciar as escolhas atuais.
A ideia central é que o visual vai além da estética. A precisão do corte é apresentada como parte da preparação da equipe, alinhando disciplina e concentração para o torneio.
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