- O ex-atacante Paulo Sérgio, campeão em 1994, elogia a evolução da seleção brasileira sob Carlo Ancelotti neste Mundial.
- O Brasil empatou com Marrocos na estreia e, depois, venceu Haiti e Escócia.
- A equipe enfrenta o Japão na segunda-feira, pelas oitavas de final (fase de 16 avos).
- Paulo Sérgio disse que o time está aprendendo a jogar a Copa do Mundo e citou o esquema 4-2-4 como vulnerável para o meio-campo.
- O comentarista Mauro Beting reforçou a necessidade de jogar conforme o regulamento de um torneio em mata única.
A seleção brasileira segue em evolução no Mundial, segundo o ex-atacante Paulo Sérgio. Em participação na live Seleção Estadão, ele destacou que o time comandado por Carlo Ancelotti vem amadurecendo após o empate com o Marrocos e as vitórias sobre Haiti e Escócia. O duelo contra o Japão está marcado para a fase de 16 avos de final, na segunda-feira.
Paulo Sérgio comentou que, em 1994, o Brasil aprendeu a jogar aquela Copa do Mundo, enquanto, hoje, quem não compreender a competição pode ficar pelo caminho. Ele avaliou que o time não pode mais atuar com o esquema 4-2-4, apontando vulnerabilidades no meio-campo diante de torneios de alto nível.
O debate acompanhou a linha do comentarista Mauro Beting, que reforçou a ideia de que o regulamento de uma Copa exige adaptação tática. Não há segunda chance, e cada jogo tem peso de decisão, especialmente na fase eliminatória, ainda que não seja definida como mata-mata no formato atual.
Para o Brasil, o próximo desafio é contra o Japão, em data a confirmar pela organização do evento. A atuação recente do time tem sido analisada com foco em consolidar o domínio no meio-campo e evitar vulnerabilidades que possam comprometer a performance da equipe de Ancelotti.
A emissora Estadão mantém a programação da Seleção Estadão com transmissão diária, às 10 horas (horário de Brasília), no YouTube, no site e nas redes sociais. A cobertura acompanha comentários, análises e atualizações sobre a preparação da seleção para a partida contra o Japão.
Entre na conversa da comunidade