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Copa do Mundo: Canadá e África do Sul entram na mata-mata no estádio mais caro

Canadá e África do Sul iniciam a fase de mata-mata no SoFi Stadium, o estádio mais caro da história, modelo tecnológico com 5G, IA e sensores de IoT

Jogo da Bélgica contra o Irã no SoFi Stadium, durante a Copa do Mundo 2026 — Foto: Joe Scarnici - FIFA/FIFA via Getty Images
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  • Neste domingo, Canadá e África do Sul entram na fase de mata-mata da Copa do Mundo de 2026 no SoFi Stadium, em Los Angeles.
  • O SoFi Stadium foi inaugurado em 2020 e custou cerca de US$ 5,5 bilhões; o campo fica a quase trinta metros de profundidade, cercado por um fosso sísmico.
  • A arena usa cobertura de ETFE e recebe mais de 2,5 mil pontos de acesso wi‑fi 6 para cerca de setenta mil torcedores.
  • As tecnologias incluem redes 5G privadas, sistema de VAR semiautomático e gêmeos digitais dos estádios para monitoramento em tempo real.
  • A Copa de 2026 será realizada em Estados Unidos, México e Canadá, com 104 partidas em 16 estádios, entre eles SoFi Stadium, Allegiant Stadium, Mercedes‑Benz Stadium e Estádio Azteca.

O SoFi Stadium, em Los Angeles, recebe neste domingo a abertura da fase de mata-mata entre Canadá e África do Sul, na Copa do Mundo de 2026. A arena abriga pela primeira vez jogos decisivos de um campeonato realizado em três países. O duelo marca o início dos confrontos eliminatórios no estádio mais caro da história do esporte.

Inaugurado em 2020, o SoFi Stadium teve investimento de cerca de US$ 5,5 bilhões. A infraestrutura foi projetada para operar em área sísmica da Califórnia, com o campo a quase 30 metros de profundidade e um fosso ao redor que absorve impactos de tremores.

A copa aposta em tecnologia de ponta: rede 5G privada, conectividade com mais de 2,5 mil pontos de acesso Wi-Fi 6 e sensores de IoT que monitoram fluxo de torcedores, energia e operação de escadas. O objetivo é ampliar a experiência do torcedor sem perder eficiência logística.

Tecnologia e experiência do torcedor

O teto de ETFE oferece proteção contra chuva e raios UV, mantendo iluminação natural e ventilação. A estrutura sustenta 70 mil torcedores conectados, com aplicativos que permitem replays, mapas interativos e serviços digitais dentro do estádio.

Na organização do torneio, a FIFA enfatiza o uso de gêmeos digitais dos estádios para monitorar lotação, condições de campo e fluxo de público em tempo real. O objetivo é antever problemas e agilizar decisões administrativas.

Impacto comercial e operacional

Especialistas ouvidos pela imprensa destacam que a conectividade facilita pagamentos digitais e consumo dentro das arquibancadas, além de impulsionar experiências imersivas e personalizadas para cada torcedor. A tecnologia também sustenta o sistema de VAR semiautomático utilizado na competição.

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