- A vitória do Irã contra o Egito foi anulada pelo VAR nos acréscimos da partida, pela terceira rodada do grupo G da Copa do Mundo.
- O lance foi considerado impedimento após o goleador Khalilzadeh ficar adiantado na hora do passe.
- A regra diz que, no momento do passe, o jogador está impedido se qualquer parte da cabeça, do corpo ou dos pés estiver mais perto da linha de fundo adversária do que a bola e o penúltimo adversário.
- Mesmo com a bola desviando em dois defensores do Egito, o impedimento continua valendo se o jogador envolvido participou ativamente da jogada.
- Para definir o impedimento, a arbitragem observa o primeiro ponto de contato da jogada, salvo quando a bola é lançada pelo goleiro.
A seleção do Irã teve o gol da vitória anulado pelo VAR nos acréscimos contra o Egito, pela terceira rodada do Grupo G da Copa do Mundo. O lance gerou confusão nas redes, mas foi revertido pela revisão oficial.
O zagueiro Khalilzadeh chegou a comemorar, tirou a camisa e usou óculos de sol, mas o árbitro foi chamado ao monitor e anulou o gol. A decisão ocorreu após a checagem do VAR.
Como funciona o impedimento segundo as Leis do Jogo
A regra estabelece que, no passe, o jogador está em impedimento se parte do corpo estiver mais próxima da linha de fundo que a bola e o penúltimo adversário. O recuo de posição define o impedimento.
Mesmo com a bola ter tocado dois defensores do Egito, Khalilzadeh estava em posição irregular ao tocar na jogada. O regulamento também considera o primeiro ponto de contato da jogada para a análise.
O segundo aspecto envolve que o goleiro normalmente é o último adversário, mas o impedimento é decidido pela posição do penúltimo defensor, não apenas por quem está na meta. Essa distinção evita leituras equivocadas.
Para validar o impedimento, a arbitragem analisa se houve participação ativa na jogada ou interferência que prejudique o adversário, ou se houve vantagem com desvio ou defesa deliberada.
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