- Julio Gomes afirma que a chave da Argentina está “mamão com açúcar” e deve chegar à semifinal, segundo o Fim de Papo, Canal UOL.
- Ele aponta que a única europeia com potencial de complicar seria a Suíça; a Colômbia seria um jogo duro na reta final.
- Paulo Massini concorda que o lado da Argentina ficou fácil e comenta que, se o Brasil se ajustar, pode chegar à semifinal.
- Massini ressalta que o outro lado da chave é mais pesado, com Alemanha, França, Holanda, Portugal e Espanha, o que deixaria apenas um representante europeu na final.
- Gabriel Sá destaca que o mata-mata do Brasil reserva jogos muito equilibrados, citando o confronto Noruega x Costa do Marfim como exemplo de alto nível.
No Fim de Papo, exibido pelo Canal UOL, comentaristas analisaram o chaveamento da Copa do Mundo de 2026. A leitura aponta que a Argentina enfrentaria menos obstáculos no caminho às fases finais, segundo Julio Gomes.
Gomes afirmou que, ao dividir a chave, o lado com Brasil e Argentina mostraria menos impedimentos para a albiceleste, destacando a Suíça como adversário possível na etapa única europeia. Ele citou a Colômbia como jogo de risco para a Argentina.
Paulo Massini também comentou o mata-mata, dizendo que o desenho favorece a Argentina. Ele afirmou que, se o Brasil se ajustar, pode avançar às semifinais e competir por uma vaga na final, desde que o outro lado da chave permaneça desafiador.
Massini ressaltou que o lado oposto da chave concentra grandes seleções europeias como Alemanha, França, Holanda, Portugal e Espanha, tornando o caminho mais duro para quem chegar à final. Apenas um contribuiria para essa decisão.
Julio Gomes reiterou a leitura de vantagem para a Argentina, mas alertou que um eventual confronto com a Colômbia pode manter o caminho aberto, ainda que com mais risco. O comentarista também apontou que o Brasil teria uma rota mais exigente, com Japão e possivelmente Noruega ou Costa do Marfim pela frente.
Gabriel Sá destacou que o mata-mata reserva duelo equilibrado na chave brasileira, citando Noruega versus Costa do Marfim como exemplo de alto nível, com Haaland de um lado e Diomandé do outro.
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