- O Brasil enfrenta o Japão nesta segunda, 28, às 14h (horário de Brasília), em Houston, nos Estados Unidos, pela fase eliminatória de 16 avos de final.
- O técnico Carlo Ancelotti não confirmou a escalação nem repetiu o onze inicial, deixando a dúvida sobre a equipe para o jogo.
- Ancelotti elogiou a mobilidade de Matheus Cunha, destacando a troca de posição com Bruno Paquetá para dificultar a marcação rival.
- Sobre Neymar, o treinador disse que o camisa 10 pode ter mais minutos conforme o contexto do jogo, ressaltando evolução física e recuperação.
- Em tom bem-humorado, o treinador disse que o jogador que vai iniciar sabe que vai jogar, enquanto o que não joga não sabe, arrancando risadas na coletiva.
O treinador Carlo Ancelotti manteve em segredo a escalação da seleção brasileira para o jogo contra o Japão, nesta segunda-feira, 28, às 14h, em Houston, nos Estados Unidos. A partida vale pelas oitavas de final da competição.
Em coletiva, o técnico italiano explicou que não divulgará a escalação para não perder o suspense. Ele afirmou buscar a melhor formação para o confronto e que a divulgação prematura pode privilegiar o adversário.
Ancelotti elogiou a mobilidade de Matheus Cunha, destacando a capacidade de variar posições para dificultar a marcação rival. Ele citou Bruno, Paquetá e Cunha como elementos que ajudaram nesse aspecto nos últimos jogos.
Sobre Neymar, o treinador indicou que o camisa 10 pode atuar por mais tempo conforme o andamento da partida. Ele lembrou a evolução do jogador e a necessidade de avaliar o contexto do jogo para definir os minutos.
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