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Brasil tem pior aproveitamento em dribles entre 48 seleções

Brasil registra o pior aproveitamento de dribles entre 48 seleções na fase de grupos (34%), com Vinícius Júnior como destaque, ao marcar sete dribles bem-sucedidos

Raphinha em ação com Danley Jean Jacques, Jean-Ricner Bellegarde e Martin Experience no primeiro jogo do Brasil, contra Haiti
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  • Brasil tem desempenho de apenas 34% em dribles na fase de grupos, com 20 dribles bem-sucedidos em 59 tentativas, o pior entre as 48 seleções.
  • Vinicius Junior aparece como destaque brasileiro, com sete dribles bem-sucedidos (cinco na vitória sobre a Escócia e dois contra o Haiti, quando fez um gol).
  • Em termos de gols, 72 jogos foram disputados até agora com 215 gols, média de 2,9 por partida na fase de grupos; 25% dos gols vieram de bola parada.
  • Faltas: Haiti foi quem mais cometeu, com 55 infrações no total; Cabo Verde foi a estreante com menos faltas (15 em três jogos).
  • Desarmes: Cabo Verde teve 78% de sucesso na recuperação de bola; Brasil teve 58 desarmes, com 46,6% resultando em infração; Colômbia liderou a fase com 49% de desarmes bem-sucedidos.

O Brasil teve o pior aproveitamento em dribles entre as 48 seleções da Copa. Foram 20 dribles bem-sucedidos em 59 tentados, o que corresponde a 34% de aproveitamento na fase de grupos. O baixo desempenho contrasta com histórico de jogadores habilidosos no país.

Vinícius Júnior aparece como destaque brasileiro, com sete dribles convertidos. Cinco aconteceram na vitória por 3 a 0 sobre a Escócia, quando marcou dois gols. Os outros dois dribles foram contra o Haiti, em jogo com gol do atacante.

O ranking de tentativas mostra que o Brasil ficou entre as oito seleções que mais arriscaram dribles na fase inicial. A liderança de tentativas pertence a equipes africanas: Marrocos lidera com 76, Argélia tem 75 e Costa do Marfim, 70.

Desempenho de outras bolas na rede

A Costa do Marfim lidera em dribles bem-sucedidos no total, com 42, mesmo diante de ser uma das seleções mais marcadas. O Brasil, porém, soma menos conversões, afetando o conjunto do time na fase de grupos.

Croácia aparece como adversário histórico, mantendo alto aproveitamento de 68% em dribles defendidos, ao alcançar 23 acertos em 34 tentativas. Esses números destacam diferenças entre estilos de jogo na Copa.

Eficiência de finalizações e gols

Na fase inicial, a Bélgica mostrou que volume não garante gols: 73 finalizações, apenas 20 no alvo, resultando em seis gols. O Brasil teve boa taxa de precisão de finalizações, com 46% indo ao gol adversário.

A Suécia foi a equipe com mais finalizações certas, atingindo 50% de acerto. A média da fase ficou em 2,9 gols por jogo, acima da edição anterior na mesma etapa, que registrou 2,5.

Cenário de desarmes e faltas

Cabo Verde se destacou em desarmes, mantendo 78% de sucesso na posse. Entre as seleções, foi a menor nação a chegar às oitavas. Colombia liderou no quesito de desarmes com 49% de acerto.

O Brasil ficou entre os mais tantas vezes tentando desarmes (58 no total), com quase metade das ações resultando em infração. Argentina e outras seleções apresentaram padrões semelhantes na fase.

Faltas na fase de grupos tiveram média de 22 por jogo. Haiti cometeu 55 infrações, a maior marca, apesar de ser estreante. Cabo Verde manteve o índice mais baixo, com 15 faltas em três jogos.

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