- A Copa do Mundo de mata-mata começa com aumento de câmeras, passando de 45 para 50 no duelo entre Canadá e África do Sul, às 16h.
- Cinco câmeras adicionais ficam no perímetro interno dos estádios, ampliando os ângulos disponíveis para a transmissão.
- A FIFA enfatiza que a transmissão também serve como produção de conteúdo, com câmeras super slow motion, ultra motion, drones, cable cam e helicóptero.
- Há uma câmera dedicada ao árbitro (Ref Cam) e o centro de broadcast internacional (IBC) fica em Dallas.
- Cada estádio tem 30 câmeras de rastreamento (16 para semiauto e 14 para a linha do gol); o conjunto de 50 câmeras inclui quatro para redes sociais (três celulares e uma câmera 360°).
O mata-mata da Copa do Mundo terá aumento na cobertura de câmeras. A partir do jogo Canadá contra África do Sul, às 16h (horário de Brasília), a FIFA ampliará de 45 para 50 o número de câmeras em campo.
As novas cinco câmeras ficam no perímetro interno dos estádios, ampliando os ângulos disponíveis para a transmissão ao vivo. Além da transmissão, a FIFA destaca o potencial de produção de conteúdo gerado durante as partidas.
Estrutura de transmissão e recursos
A FIFA mantém câmeras super slow motion e ultra motion para oferecer visualização com qualidade cinematográfica. Cobertura aérea com drones, cable cam e helicóptero também compõem o conjunto de imagens.
O conteúdo externo aos campos continua sendo prioridade, com foco em pré-jogo e na experiência de torcedores ao redor dos estádios. A missão é ampliar a imersão para o público.
Redação e operadores
A FIFA aponta que as transmissões contam com câmeras dedicadas à área externa, além de recursos como a Ref Cam, usada para acompanhar ações do árbitro. O conjunto de imagens é centralizado no centro de broadcast internacional em Dallas.
Cada estádio possui 30 câmeras de rastreamento específicas para a arbitragem: 16 para o semiautomático e 14 para a linha do gol, sem incluir as câmeras adicionais de 50.
Produção e redes sociais
No pacote de 50 câmeras, há quatro unidades voltadas à produção de conteúdo para redes sociais, incluindo três celulares no conceito “digital first” e uma câmera 360°. A estratégia cobre desde a saída das seleções dos hotéis até a presença de torcedores nos arredores.
As inovações foram implementadas com foco maior em software, reduzindo a necessidade de alterações físicas em cabos. Atualizações de código permitem fluxos de trabalho mais personalizáveis.
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