- Douglas Santos, lateral-esquerdo da seleção brasileira, tornou-se titular no terceiro jogo da Copa do Mundo.
- Chegou ao Mundial quase sem notoriedade, projetado como reserva de Alex Sandro, mas hoje é peça-chave sob o comando de Carlo Ancelotti.
- Campeão olímpico em Rio de Janeiro 2016, ele ficou nove anos sem ser convocado antes de retornar aos planos da seleção em 2025.
- A Rússia chegou a tentar recrutá-lo, oferecendo passaporte russo em 2025, mas ele rejeitou a naturalização e seguiu defendendo o Brasil.
- Nos três primeiros jogos do Mundial, iniciou como titular, apresentando segurança defensiva e abrindo espaço para Vini Jr. e Paquetá.
Douglas Santos passou de reserva quase desconhecido a titular absoluto da lateral esquerda da seleção brasileira na fase de grupos da Copa do Mundo. O atleta, 32 anos, chegou ao Mundial como opção secundária de Alex Sandro e hoje é peça-chave do time de Carlo Ancelotti.
O paraibano viveu uma trajetória atípica: campeão olímpico em 2016, ficou nove anos afastado das convocações. Em 2025 retornou aos planos da CBF, primeiro em uma pré-lista e depois na convocação para as finais das eliminatórias, sob o comando do técnico italiano.
Entre o pódio olímpico e o retorno, Douglas enfrentou reveses profissionais, como a queda do Hamburgo para a segunda divisão alemã e a tentação de jogar pela Rússia, que chegou a cogitar naturalização para liberá-lo em clubes estrangeiros.
Retorno à seleção e consolidação
Foi em meio a esse cenário que o interesse russo ganhou impulso. Em 2025, o Zenit pediu a emissão de passaporte russo para facilitar a liberação de estrangeiro no elenco. A FIFA registrou a mudança, mas o lateral não aceitou a naturalização.
De volta aos planos da CBF, Douglas foi chamado por Carlo Ancelotti para a Data Fifa de março e terminou como titular diante França e Croácia. Nos três primeiros jogos da Copa, manteve a posição, demonstrando consistência defensiva e apoio ao ataque.
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