- Brasil percorreu 338,0 km nas três partidas da fase de grupos, com 113,7 km contra Marrocos, 113,6 km contra o Haiti e 110,7 km diante da Escócia.
- Japão somou 331,8 km no grupo, com 109,4 km na estreia contra a Holanda, 112,2 km contra a Tunísia e 110,2 km contra a Suécia.
- Os meio-campistas Bruno Guimarães (Brasil) e Ao Tanaka (Japão) aparecem como os “motorzinhos” das equipes, cada um superando 35 km de corrida nas três partidas.
- A pressão defensiva do Japão é um seu diferencial, com 316 pressões no empate com a Holanda e mais de 220 por jogo contra Suécia e Tunísia, com Maeda e Tanaka como peças-chave.
- O Brasil, mesmo indo bem na fase de grupos, sofreu forte pressão contra o Haiti (294 pressões e 39 perdas de posse); o Japão pode explorar transições rápidas, com recuperação de bola em média de 13,74 segundos contra a Tunísia.
Nesta segunda-feira (29), Brasil e Japão duelam em Houston, nos Estados Unidos, pela fase de 16-avos da Copa do Mundo. O confronto terá foco na leitura tática e no desgaste físico. A partida pode definir a classificação de ambas as seleções.
A análise baseia-se em números apresentados pela FIFA a partir dos jogos da fase de grupos. O Brasil venceu distância, percorrendo 338,0 km nas três partidas disputadas. Os dados mostram variação moderada entre confrontos.
O Japão somou 331,8 km na fase inicial, com variações entre partidas. A equipe alternou entre 109,4 km na estreia, 112,2 km contra a Tunísia e 110,2 km diante da Suécia.
Motor dos times
Meio-campistas se destacam como o principal motor de cada seleção. Bruno Guimarães, do Brasil, e Ao Tanaka, do Japão, foram os únicos a superar 35 km de corrida somando os três jogos da fase de grupos.
Pressão e transição
A pressão defensiva é marca do Japão nesta Copa. Em duelo contra a Holanda, houve 316 ações de pressão, duas vezes mais quando a posse era dominante. Atletas como Maeda e Tanaka sustentam esse ritmo intenso.
Entre na conversa da comunidade