- Japão avança ao mata-mata da Copa do Mundo ao terminar a fase de grupos em segundo no Grupo F, atrás da Holanda.
- O técnico Hajime Moriyasu afirmou que a Copa do Mundo começa agora e que há desafio maior pela frente contra o Brasil.
- A Seleção japonesa enfrenta o Brasil em Houston na segunda-feira, às 14h (horário de Brasília).
- Moriyasu destacou a influência de Zico e Falcão, dizendo que aprenderam lições de tática e de confiança com o futebol japonês.
- Zico ajudou no desenvolvimento técnico e de confiança, enquanto Falcão, que chegou a comandar a seleção, reforçou a importância da qualidade individual.
Hajime Moriyasu encara o mata-mata da Copa do Mundo como o verdadeiro desafio da campanha do Japão. O treinador, de 57 anos, afirmou que chegar à fase eliminatória já era esperado, mas que a competição realmente começa agora diante de adversários mais fortes. O Japão terminou em segundo no Grupo F, atrás da Holanda, com Suécia e Tunísia na sequência.
A próxima luta será contra o Brasil nesta segunda-feira, em Houston, às 14h (horário de Brasília). Moriyasu revelou que seus jogadores estão confiantes e desejam enfrentar a seleção verde e amarela com o objetivo de vencer e avançar.
O técnico japonês destacou que a passagem ao mata-mata tem o objetivo de superar o desempenho de campanhas passadas em Copas do Mundo (2002, 2010, 2018 e 2022), quando houve passagem pela fase de grupos, mas eliminação nas oitavas. A ampliação do formato em 2026 reforça a importância do duelo.
Paralelamente ao foco no duelo com o Brasil, Moriyasu chamou atenção para a experiência e o desenvolvimento da equipe, que evoluiu desde o início de seu ciclo. O treinador também mencionou a influência de figuras brasileiras na formação do time japonês ao longo das últimas décadas.
Influência de Zico e Falcão
Moriyasu destacou a relevância de Zico, que atuou no futebol japonês como jogador, técnico da seleção entre 2002 e 2006 e dirigente de clubes. O treinador ressaltou que o impacto de Zico vai além da relação direta com a seleção, contribuindo para a tática e para a confiança individual dos atletas.
Ele também mencionou Falcão, que comandou a seleção japonesa em 1994-1995, como referência de aprendizado. Segundo Moriyasu, o legado desses ícones inclui ensinamentos sobre a importância da autoconfiança para o desempenho coletivo.
De acordo com o técnico, as lições transmitidas por Zico e Falcão ajudaram a moldar o desenvolvimento individual dos jogadores ao longo dos anos, fortalecendo a capacidade de enfrentar equipes de elite do futebol mundial.
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