- Fãs de Brasília, veteranos e novatos, compartilham memórias de Copas passadas e a emoção de torcer pela Seleção brasileira.
- O aposentado André Peixoto Leal, 69 anos, relembra Copas de 1958, 1962 e 1966, o tricampeonato de 1970 e momentos marcantes em 1982 e 1994, além da expectativa para 2026.
- A aposentada Sonia Cardoso, 72, destaca as Copas em que Ronaldo Fenômeno esteve em campo e a festa de 2002, com a torcida unida e emoção compartilhada.
- Laurinha, 4 anos, está começando a entender a Copa; os pais mostram a festa, a fantasia das cores do Brasil e a importância de estar junto da família.
- Arthur, 6 anos, já é torcedor desde dois anos de idade; os pais relatam paixão pelo futebol e lembram das fases da Rússia, em 2018, e da família reunida para acompanhar jogos.
Um retrato das torcidas de novatos e veteranos pela Seleção Brasileira no Mundial chega a Brasília, mostrando como fãs de diferentes gerações guardam memórias das Copas. O material reúne relatos de veteranos que vivem o sentimento há décadas e de novatos que hoje descobrem o pulso da torcida.
André Peixoto Leal, 69 anos, recorda Copas de 1958, 1962, 1966 e o tricampeonato de 1970. Ainda criança, ele acompanhava as partidas pela rádio e guarda lembranças da televisão surgindo na década de 70. As festas de vitória nas ruas também fazem parte de sua memória.
Na visão de André, 1970 foi o marco mais marcante. Gostava dos jogos assistidos no clube com amigos e das celebrações. Entre as lembranças, ele cita momentos ligados à família, como festas em parques de diversões após as vitórias. Em 1986, aponta o pênalti perdido por Zico como momento doloroso.
Memórias recentes e a visão de família
Aposentada Sonia Cardoso, 72, destaca as Copas em que Ronaldo Fenômeno atuou. Em 2002, a passagem da seleção pelo Brasil em Brasília é lembrada como marco, com a recepção ao time. Para Sonia, a Copa representa união e festa positiva entre os brasileiros.
Laurinha, 4 anos, representa a nova geração. Nascida em 2022, a menina começa a entender a alegria de torcer pela seleção. Os pais Natália Pinheiro e Mac Ronald descrevem o entusiasmo com o enfeite das cores do Brasil e a convivência familiar durante os jogos.
Os pais também relatam a evolução da experiência de Laurinha: já foram ao estádio para acompanhar jogos, mas a família hoje prioriza a torcida organizada no ambiente doméstico. A criança se diverte com a ideia de reunião entre amigos para acompanhar a Copa.
Família, futebol e o cotidiano
Arthur, 6 anos, é descrito como torcedor desde os dois anos. Os pais, Talita Viegas e Gustavo Viegas, ressaltam a paixão transmitida desde a infância e a prática esportiva do filho. A família já acompanhou a Copa da Rússia, em 2018, e mantém o hábito de jogar futebol em casa.
O material ressalta como a Copa do Mundo é veículo de encontros familiares e de convivência entre vizinhos e amigos. Mesmo entre gerações diferentes, o torcer pelo Brasil aparece como ponto comum na vida dos moradores da capital.
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