- O goleiro Alisson Becker, de 33 anos, tem rosácea, doença inflamatória crônica que afeta a pele do rosto.
- A condição causa vermelhidão persistente e vasos visíveis, principalmente no centro do rosto, com possível sensação de calor.
- A rosácea pode evoluir para ressecamento dos olhos ou, em casos mais graves, pápulas e pústulas.
- Sol, calor, frio e comidas apimentadas são fatores que podem agravar o quadro.
- O Brasil disputa as oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 contra o Japão, com Alisson atuando na defesa.
O goleiro Alisson Becker, do Brasil, tem uma condição de pele inflamatória crônica que exige cuidados especiais. Trata-se de rosácea, que pode afetar o rosto com vermelhidão e vasos visíveis. O quadro ganhou atenção durante a Copa do Mundo de 2026.
Aos 33 anos, o jogador gaúcho disputou a oitava de final da competição, na partida contra o Japão. A rosácea não é uma afecção de pele comum entre atletas, mas pode se agravar com exposição solar, calor e certos alimentos.
De acordo com a dermatologista Dra. Glauce Eiko, a rosácea ocorre principalmente no centro do rosto, com dilatação de vasos e possível sensação de calor. Em casos mais graves, podem aparecer pápulas e pústulas.
A condição é distinta da acne: não apresenta cravos e tende a causar vermelhidão persistente. A localização típica é nariz, bochechas e queixo, o que ajuda a diferenciar os quadros clínicos.
Diagnóstico e cuidados
A médica orienta que a proteção solar é essencial para pacientes com rosácea, bem como evitar gatilhos como calor excessivo e comidas picantes. O manejo costuma incluir creme terapêutico e acompanhamento dermatológico regular.
O que o Brasil enfrentou na Copa 2026 foi a necessidade de manter o foco tático sem prejuízo para a saúde da pele do goleiro durante jogos disputados sob altas temperaturas. A equipe segue na competição com vitórias e reforça a importância de cuidados dermatológicos para atletas.
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