- A Holanda enfrenta o Paraguai às 22h, na primeira fase de mata‑matas da Copa de 2026, buscando rumo ao título mundial.
- Virgil van Dijk prefere ser chamado pelo nome de batismo nas camisas, não pelo sobrenome, após ter problemas familiares na infância com o pai.
- Por isso, as camisas com o número quatro trazem “Virgil” nas costas, prática que segue o que acontece com Memphis Depay.
- A seleção laranja tem histórico de boas campanhas, com três vices‑campeonatos (1974, 1978 e 2010) e o objetivo de estrear como campeã mundial.
- A Copa de 2026 traz novidade no mata‑matas: oitavas em formato de 16avos, com recordes de participantes e partidas, encerrando em 19 de julho no MetLife Stadium, em Nova Jérsei.
O time da Holanda estreia nos mata-matas da Copa 2026 contra o Paraguai às 22h (horário de Brasília). O foco está na solidez do capitão Virgil, zagueiro do Liverpool, que defenderá o título com a camisa marcada pelo seu prenome, e não pelo sobrenome Van Dijk.
A decisão de usar Virgil nas costas vem de uma situação familiar: o pai abandonou a família quando ele tinha 11 anos. Como o registro não traz o sobrenome materno, o jogador optou pelo primeiro nome, assim como alguns atletas brasileiros.
A comparação com Memphis Depay evidencia o mesmo ROOT: ambos escolheram exibir apenas o prenome nas camisas, diante de vínculos familiares difíceis na infância.
Força da tradição
Surpreender o Paraguai não é apenas uma vitória, é evitar a pior colocação histórica da Holanda em Mundiais. O país já participou de várias edições, com três vice-campeonatos e, em 1990, o 15º lugar.
A Copa 2026 adota novidade: a fase de 16 avos envolve 32 seleções, com oito partidas para os finalistas. A competição é a mais extensa já realizada, em três países: Canadá, EUA e México.
Contexto da Copa 2026
O torneio registra números recordes: mais de 1.200 jogadores inscritos e 104 partidas disputadas. A decisão do Mundial está marcada para 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jérsei, EUA.
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