- Nike veste 12 seleções no Mundial de 2026, uma a menos do que há quatro anos, apesar do aumento no número de equipes.
- Cristiano Ronaldo usa Puma, e Adidas representa o dobro de seleções neste torneio.
- O Mundial de 2026 traz marcas menos conhecidas à tona, como Majid ( Irã), Marathon ( Equador) e 7Saber ( Uzbequistão).
- A marca espanhola Kelme aparece destacada vestindo Jordânia e Bósnia e Herzegovina, após ter menos peso na elite do futebol espanhol.
- Nike busca recuperar espaço com contratos simbólicos, incluindo vestir a seleção alemã após o Mundial e fornecer o balón da Liga dos Campeões entre 2027 e 2031.
Nike perde espaço no Mundial 2026, enquanto Puma veste Cristiano Ronaldo e Adidas amplia presença entre seleções.
O Mundial de 2026, realizado nos Estados Unidos, México e Canadá, reúne 48 seleções e marcas esportivas em evidência no vestuário das equipes. Dados da organização apontam a participação de fabricantes de roupas em alto número, inclusive entre marcas menos conhecidas.
Nike veste 12 seleções, uma a menos que em 2018 ou 2022. A empresa tenta recuperar fôlego após perdas significativas de valor de mercado e decisões estratégicas contestadas. A partir deste Mundial, a Nike também tem dois contratos simbólicos que impactam o cenário do futebol, inclusive com a Alemanha.
Mudanças de marcas por país e visibilidade
Puma utiliza Cristiano Ronaldo como um de seus emblemas de marketing, ampliando a exposição em campo. Adidas, por sua vez, aumenta o número de seleções patrocinadas neste torneio, fortalecendo uma presença já histórica no futebol.
Presenças nacionais de marcas
A edição apresenta marcas menos tradicionais no futebol de alto nível. Majid veste Irã, Marathon equipa Equador e 7Saber veste Uzbequistão. Saeta cobre a Haiti, Capelli Sport a Cabo Verde e Jako o Iraque. Umbro veste RD Congo, Kappa Túnes e Reebok retorna ao Mundial com Panamá.
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