- Raí abre o acervo com tesouros da Copa de 1994, de Sócrates e do Paris Saint‑Germain, exibidos para a Vogue.
- O ex-jogador, ídolo da seleção brasileira, atuou também pelo São Paulo e pelo PSG, mantendo vivo o legado esportivo.
- Ele relembra a visita surpresa de Pelé ao vestiário, quando vestia a camisa 10 e entregou a peça ao ídolo, que elogiou a representatividade da homenagem.
- Entre as peças, estão as chuteiras favoritas do irmão Sócrates e uma réplica da taça da Copa do Mundo, presente para cada jogador.
- Raí comenta ter aprendido a acompanhar desfiles de moda durante a moradia em Paris.
Raí abre o acervo pessoal para a Vogue, destacando itens da Copa do Mundo de 1994, a figura de Sócrates e objetos ligados ao Paris Saint-Germain, clube em que atuou antes de seguir em carreira internacional.
O ex-jogador, ícone da seleção brasileira, do São Paulo e do PSG, revela que desenvolveu interesse por moda ao morar em Paris. O material exposto inclui lembranças da trajetória no futebol e no estilo.
Entre os itens, há uma passagem sobre a visita de Pelé ao vestiário, quando Raí ainda vestia a camisa 10. A cena é descrita como marcar a recepção do ícone ao ambiente do time.
A exposição também mostra as chuteiras favoritas de Sócrates, além de uma réplica da taça da Copa do Mundo, entregue a cada jogador. O conjunto funciona como retrospectiva da carreira do atleta.
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