- Folarin Balogun recebeu cartão vermelho no jogo contra a Bósnia e Herzegovina e está suspenso por apenas uma partida.
- O Estados Unidos não contará com ele no confronto do 16o de final contra a Bélgica.
- Balogun disse estar triste e surpreso, mas procurará manter a calma e dar o exemplo para os jovens torcedores.
- Ele afirmou que, apesar de discordar da decisão, cumprimentou o árbitro Rafael Claus ao fim da partida para manter o respeito.
- O próximo desafio é contra a Bélgica; o técnico Rudi Garcia deverá ajustar a estratégia, com opções como Pepi ou Wright no ataque.
Folarin Balogun foi questionado na manhã de seu 25º aniversário sobre a expulsão que marcou o jogo da seleção dos Estados Unidos na Copa do Mundo. O atacante foi expulso no segundo tempo da vitória por 2 a 0 sobre a Bósnia e Herzegovina, pelas oitavas, após entrada que gerou polêmica. A escolha de falar com a imprensa estava sujeita às regras da Fifa.
A poucos dias do retorno ao treino no noroeste do Pacífico, Balogun mostrou estar próximo de aceitar a suspensão de apenas um jogo. O jogador ficará de fora do duelo contra a Bélgica, mas não terá novas partidas a cumprir. A confirmação foi feita por um porta-voz da US Soccer.
“Foi surreal, fiquei triste e feliz ao mesmo tempo”, declarou Balogun. O atacante ressaltou a importância de manter a calma e o exemplo para crianças que acompanham a Copa. Mesmo acreditando que a decisão foi injusta, ele disse ter cumprimentado o árbitro após o jogo para manter o espírito esportivo.
Balogun havia dado um choque de cenário ao ser expulso após um choque com Tarik Muharemovic, da Bósnia. Questionado sobre o lance, ele afirmou que, se o contexto tivesse sido considerado, a penalidade poderia ter sido diferente. Na visão dele, um cartão amarelo seria mais adequado.
A decisão provocou reação ampla nos Estados Unidos, com apoio de torcedores e de personalidades públicas nas redes sociais. A agenda de Balogun ganhou visibilidade no embate que se aproxima com a Bélgica, adversário da próxima fase.
Tyler Adams, meio-campo americano, comentou sobre a necessidade de ajuste tático sem o principal atacante. O atleta afirmou que a equipe tem opções para assumir a liderança ofensiva, citando nomes como Ricard o Pepi ou Haji Wright, sem confirmar quem atuará.
Desdobramentos e próximos passos
A USMNT segue em preparação para o desafio contra a Bélgica, buscando manter a transição rápida e a pressão ofensiva. A Bélgica vem de jogos difíceis e tentará manter a posse de bola, exigindo adaptação do sistema americano sem Balogun.
Treinadores e integrantes do elenco destacam a importância de manter o foco no objetivo maior: a competição segue com ou sem Balogun e a equipe buscará manter o ritmo nos minutos em campo. A cobrança recai sobre como a seleção irá distribuir as oportunidades de finalização.
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