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Brasil cresceu quando jogadores deixaram protagonismo de lado, diz Cunha

Matheus Cunha diz que Brasil cresceu ao deixar o protagonismo de lado, valorizando a construção coletiva e a contribuição defensiva, inclusive em bolas paradas

Matheus Cunha durante entrevista no hotel onde a seleção esta hospedada, em Basking Ridge, no estado de Nova Jersey
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  • Matheus Cunha afirma que o Brasil cresceu quando jogadores deixaram de buscar protagonismo e aceitar funções menos visíveis.
  • O atacante participa da construção das jogadas, recua para se conectar com o meio de campo e abre espaço para os companheiros, não ficando apenas na área.
  • Cunha destaca que é preciso manter a humildade e atuar pelo coletivo, mesmo quando o brilho individual aparece.
  • Lateral Douglas Santos diz ter chegado à seleção fazendo o básico com excelência, mantendo o feijão com arroz bem temperado.
  • No treino de sexta-feira, o técnico Carlo Ancelotti orientou Cunha sobre defesa e bolas paradas, após três gols na Copa; há continuidade no preparo para enfrentar Haaland e a Noruega nas oitavas.

Matheus Cunha deixou claro que o Brasil avançou na Copa ao abrir mão do protagonismo individual em favor do coletivo. O atacante tem atuado como ponte entre ataque e meio, participando da construção das jogadas e recuando para ligar com o meio de campo.

O camisa 9 também atua no sistema defensivo, inclusive em bolas paradas. Com 1,83 m, ele está entre os destacados da equipe para enfrentar o centroavante Haaland, na próxima fase contra a Noruega. Cunha descreve a função como necessária e natural para o grupo.

Para ele, a disposição dos colegas de deixar de lado o brilho individual quando necessário é essencial. Muitos jogadores vivem o protagonismo nos seus clubes, mas na seleção o foco é o trabalho coletivo, afirma Cunha.

Douglas Santos reforçou a ideia de que o time chegou à disputa pelo hexa valorizando o feijão com arroz: fazer o básico com excelência. O lateral exaltou a preparação para defender a vitória, após nove anos de espera para chegar à vaga.

Cunha soma três gols na Copa, mas ressalta que o foco também está em ajudar com outras ações que contribuam para o desempenho da equipe. A consciência coletiva, segundo ele, ajuda a manter o equilíbrio ofensivo e defensivo.

No treino desta sexta-feira, o grupo dedicou parte da atividade a finalizações e à defesa, sob orientação de Carlo Ancelotti. O técnico enfatizou bolas paradas e a necessidade de organização defensiva, com foco em não sofrer gols nesses lances.

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