- Lucas Paquetá fica fora por lesão, e Ancelotti terá de reorganizar o meio-campo brasileiro para enfrentar a Noruega no domingo, 5 de julho.
- Cenário mais provável: manter o 4-3-3 da última partida, com Danilo Santos substituindo Paquetá pela proteção extra no meio.
- Outras opções discutidas: Gabriel Martinelli para ampliar o ataque em um 4-2-4; Endrick como alternativa de ataque; Neymar como opção remota; Éderson como volante mais físico, dependendo do desenho tático.
- A escolha dependerá da estratégia de Ancelotti para neutralizar Haaland e o peso físico da Noruega, que também utiliza bolas aéreas e transições rápidas.
- A base esperada para iniciar o jogo, caso o treinador não mexa muito no time, seria: Alisson, Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães, Douglas Santos, Casemiro, Bruno Guimarães, Rayan, Matheus Cunha e Vinicius Júnior.
Carlo Ancelotti terá que reconfigurar o meio-campo da Seleção brasileira diante da Noruega após a lesão de Lucas Paquetá. A disputa pelas oitavas de final ocorreu no domingo, em jogo válido pela Copa do Mundo 2026, com o Brasil buscando manter a forma do duelo anterior contra o Japão.
Sem Paquetá, o treinador pode manter o desenho que rendeu vitória recente, mas opções ganham relevância para o meio-campo. Danilo Santos surge como substituto natural, com perfil mais defensivo, alinhado ao estilo de equilíbrio entre marcação e saída de bola.
Gabriel Martinelli também figura como alternativa forte, porém para um desenho mais ofensivo. Sua entrada exigiria ajuste tático, abrindo espaço para maior mobilidade no ataque. Endrick, Éderson e Neymar aparecem como hipóteses menos prováveis, por demandarem mudanças mais profundas.
Cenário 1 – Danilo Santos
Danilo Santos é o candidato mais provável para manter o 4-3-3 sem grandes alterações. O Botafogo pode oferecer proteção extra ao meio-campo, liberando Bruno Guimarães para avançar na construção das jogadas. A opção é vista como segura por especialistas.
Renata Mendonça ressalta que Danilo mantém o equilíbrio do meio-campo, com bom passe e atuação tanto com quanto sem a bola. Celso Unzelte também vê o atleta como escolha óbvia, próximo de Paquetá na função.
Cenário 2 – Gabriel Martinelli
Alterar o meio-campo para um 4-2-4, com quatro jogadores de características ofensivas, é a proposta que envolve Martinelli. A mudança pode acelerar o ataque e pressionar a Noruega desde a saída de bola, elevando a pressão sobre a defesa adversária.
Martinelli é elogiado pela intensidade e capacidade de driblar, além de abrir espaço para Vinícius Júnior buscar o espaço central. Analistas destacam que a entrada dele pode mudar a dinâmica ofensiva.
Cenário 3 – Endrick
Endrick foi titular na última oportunidade após a lesão de Paquetá, mas especialistas indicam que o duelo com a Noruega exige cautela. A alternativa pode ser usada no segundo tempo, conforme o andamento do jogo, para dar mais presença na área.
Se Endrick atuar como center-forward, Matheus Cunha recuaria para apoiar o meio-campo, ajustando a configuração da equipe.
Cenário 4 – Neymar
Neymar aparece como opção remota, devido à condição física. O técnico indicou que o camisa 10 pode entrar em campo quando houver necessidade, mantendo o 4-3-3 com o jogador atuando em função centralizada.
Caso seja escalado, Neymar entraria com mais proximidade ao espaço central do ataque, exigindo ajustes de posicionamento dos companheiros.
Cenário 5 – Éderson
Éderson é visto como opção física para o meio-campo, mantendo o 4-3-3, mas com características mais retranqueiras. Ainda assim, a escolha é considerada menos provável entre os candidatos para substituir Paquetá.
Qual é a melhor opção diante da Noruega?
Especialistas destacam que a decisão depende da estratégia de Ancelotti, que enfrenta um time norueguês que aposta na força física, bolas aéreas e Haaland. Danilo Santos é apontado como a opção mais estável para começar o jogo, mantendo a base.
Outros analistas veem maior potencial de Martinelli para desequilibrar a defesa norueguesa, especialmente pela movimentação sem bola e pela possibilidade de facilitar a atuação de Vinícius Júnior. Endrick é visto como alternativa de profundidade, dependendo do ritmo da partida.
Entre na conversa da comunidade