- O Brasil encara a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo com alerta sobre o árbitro: Ismail Elfath, árbitro norte-americano com histórico negativo com a seleção.
- Ana Paula Oliveira, no Fim de Papo do Canal UOL, aponta que Elfath participou da Copa do Mundo de 2022 e de um amistoso contra a França, ambos sem resultados favoráveis para o Brasil.
- Ela descreve o juiz como rigoroso, com estilo de controle de jogo e boa atuação no diálogo, mas não tolera reclamações excessivas.
- Elfath costuma aplicar cartões com frequência, com média de cerca de quatro amarelos por jogo, mesmo em torneios onde as advertências são menos comuns.
- O histórico não é visto como polêmico, mas é citado como desvantagem para o Brasil no confronto.
O Brasil encara as oitavas de final da Copa do Mundo contra a Noruega sob alerta sobre o árbitro escolhido para o jogo. Segundo Ana Paula Oliveira, no programa Fim de Papo, do Canal UOL, o juiz norte-americano tem histórico negativo com a seleção.
Ela destacou que o árbitro atua pela segunda Copa do Mundo, é rígido no controle de jogo e costuma punir com cartão. Em 2022, o Brasil enfrentou Camarões em Qatar sob a direção dele, Ismail Elfath, um marroquino que vive nos EUA há mais de 30 anos. O último amistoso prévio foi diante da França, com a mesma arbitragem.
A comentarista ressaltou o estilo do juiz, que valoriza o diálogo, porém não tolera reclamações excessivas e costuma aplicar cartões, ainda que os amarelos estejam baixos na competição. A média apontada é de cerca de quatro cartões por jogo.
Outros destaques
Gabriel Sá comenta sobre a troca de goleiro da Austrália e questiona a decisão. O jovem Beach, de 22 anos, atuou bem no jogo anterior, enquanto Ryan iniciou a partida seguinte e foi decisivo nos pênaltis, com uma defesa importante frente a uma cobrança adversária. A análise sugere que a mudança teve impacto no ritmo da equipe.
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